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Comentário político

Redação
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Festa criticada

Continua repercutindo a festa julina da Associação Hospitalar de Bauru (AHB), marcada para ontem à noite, na sede de campo do BTC. Mais dois candidatos protestaram contra a tal festa, que recebeu o carimbo de "política". Estela Almagro (PT) e Tuga Angerami (PSB) disseram que não foram convidados e, mesmo que fossem, não iriam.

Festa política

Estela contestou a informação da AHB de que todos os candidatos foram convidados, pois ela não foi. "E se tivesse sido convidada não iria porque está claro que esta festa tem um caráter político (seria para o PDT). Esse gasto deveria ser melhor aplicado nas reivindicações salariais do Sindicato dos Funcionários. O último homenageado nessa história acaba sendo o trabalhador", afirmou.

Dinheiro público

Tuga Angerami também diz que não foi convidado e que não iria. "Por três motivos: Primeiro porque se a festa promovida pela AHB é uma malversação do dinheiro público, já que 98% dos recursos dos hospitais vêm do SUS. Segundo porque se é com dinheiro do Pedro Tobias, e quero crer que não, a lei eleitoral proíbe esse tipo de coisa", disse.

Financiamento

O terceiro motivo alegado por Tuga refere-se à hipótese de a festa ter sido bancada por fornecedores da AHB, conforme disse a Associação.

"Se foi financiada por fornecedores, é lamentável a má utilização do dinheiro. A Associação deveria é cobrar dos fornecedores preços mais baixos. Os funcionários preferem, por certo, ver a data-base respeitada, assim como ter o reajuste salarial que precisam", finalizou.

14 em quatro

E o presidente do PMDB, Fernando Monti, também virou suas baterias para Tobias, ao rebater afirmações do presidente do PDT, Marcelo Borges, de que Pedro fez em dois anos mais do que Tidei em 14. "Gostaria de poder ver tudo isso. O deputado deveria ir a público e mostrar, porque está parecendo um mandato secreto, esse. Agora, se fez mesmo tudo isso, é mais um motivo para que permaneça na Assembléia", afirmou Monti.

Rezador

Ainda repercute a matéria inicial da série sobre o corpo-a-corpo dos candidatos, que começou na última sexta-feira com Tidei de Lima. "O Tidei não pode ver uma capelinha aberta que já entra. Conheço ele de outras campanhas", disse um ex-peemedebista que foi ao Calçadão, ontem. Na capela em que Tidei rezou, estava sendo realizada uma catequese de crianças.

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