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Redação
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Desaparecimento de professora completa uma semana sem pistas

A professora Milva Merchan Ferraz, 32 anos está desaparecida há uma semana e a polícia não tem pistas concretas que possam levar a seu paradeiro. Delegados que investigam o desaparecimento da professora afirmam que a polícia de Jaú não está autorizada a divulgar informações a respeito dos depoimentos prestados por testemunhas que vêm sendo ouvidas. As informações, segundo a polícia, são sigilosas.

A professora não é vista desde a noite do dia 4

último, quando esteve na casa de uma prima. As únicas informações confirmadas pela polícia são a localização do carro, no sábado, e depois de roupas usadas pela professora na noite de seu desaparecimento. As peças de roupa (botas, blusa e calça) foram encontradas na segunda-feira e teriam sido usadas por Milva na sexta-feira. Segundo policiais, outras informações que estejam sendo divulgadas a respeito de depoimentos das testemunhas não passam de suposições.

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Milva Merchan Ferraz leciona Português na escola estadual

"Caetano Lourenço Camargo", de Jaú. A

última pessoa a conversar com ela teria sido a sua prima, Sônia Merchan, que esteve com a professora na noite de sexta-feira. Milva teria marcado das duas se encontrarem no dia seguinte, mas não cumpriu o combinado e não telefonou para dar explicações. Preocupada com o sumiço da prima, Sônia Merchan foi à polícia registrar um boletim de ocorrência. Na tarde do dia do registro da ocorrência, sábado, o Fiat Uno de Milva foi encontrado pela polícia em um terreno distante do município, entre a rodovia que liga Jaú a Mineiros do

Tietê e o bairro Santo Ivo. Na segunda-feira foi feita uma busca no local, sendo encontradas roupas usadas por Milva na sexta-feira, a uns 300 metros do carro.

A polícia afirma não ter suspeitos, mas há boatos na cidade de que um aluno da professora estaria envolvido no caso. A escola onde Milva trabalha chegou a registrar um boletim de ocorrência contra este adolescente, devido a problemas causados por ele que teria entrado em desentendimento com a professora. No entanto, esta suspeita não é confirmada pela polícia e a diretora da "Caetano Lourenço", Maria Conceição, afirma não ter dúvidas de que o aluno não tem nenhuma relação com o caso.

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