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Redação
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Vereador pedetista rebate críticas de Nilson Costa

O vereador João Parreira de Miranda (PDT) negou, ontem, que a emenda aditiva de sua autoria sobre anistia de multas de trânsito tenha inviabilizado o projeto de lei sobre parcelamento de multas, proposto pelo Poder Executivo.

Com a resposta, o pedetista rebate as críticas de Nilson Costa (PPS), que anteontem justificou a retirada desse projeto de lei da pauta de votação da última sessão da Câmara Municipal, na segunda-feira, em razão da proposição de cinco emendas. De acordo com o prefeito, as propostas feitas pelos vereadores inviabilizariam o projeto de lei.

Entre os autores das emendas, o prefeito criticou Parreira e Toninho Garmes (PSDB). Nilson Costa disse que a anistia para as multas registradas pelos radares e lombadas eletrônicas até 31 de dezembro de 2000, como havia proposto o pedetista, seria inviável porque resultaria em ausência de punição aos infratores e prejuízos financeiros para a Prefeitura.

Parreira garante que continuará a propor a mesma emenda caso o projeto de lei retorne à Câmara Municipal.

"Se Nilson Costa tivesse bom senso, ele mesmo proporia a anistia das multas. Aliás, ele somente sugeriu o parcelamento por que percebeu que a população não tem como arcar com as multas", acusa.

O pedetista argumenta que a anistia ajudará os motoristas, os quais, em sua maioria, foram pegos de surpresa pelos radares e lombadas eletrônicas. "Pelos casos que venho atendendo em meu gabinete, percebo que esses equipamentos nada têm de educativo, mas de punitivo. No trânsito, o que educa

é a presença de policiais militares nas ruas", afirma.

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