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Comentário político

Redação
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Três semanas

Estamos a três semanas da eleição que vai colocar novos inquilinos no Palácio das Cerejeiras em Bauru e nas prefeituras da região. A única certeza nisso tudo é que o futuro prefeito de Pederneiras será Rubens Cury (PSDB), que conseguiu ser o candidato único da cidade.

Articulador

Por sinal, Rubens Cury já articula regionalmente e vai se firmando como liderança política. Ele apóia Pedro Tobias (PDT) em Bauru e até mesmo já participou de reuniões de bastidores na complicada disputa eleitoral da Cidade Sem Limites. Tem feito esforços no sentido de ajudar Tobias, que é apoiado pelos tucanos.

O vice I

Esfriaram neste final de semana as especulações sobre uma virtual troca do candidato a vice-prefeito na chapa de Tuga Angerami (PSB). Os dirigentes do Partido Verde (PV) parecem não ter se convencido, apesar de haver informações que os candidatos a vereador teriam visto com bons olhos a indicação de Majô (PC do B) para assumir a vice.

O vice II

O raciocínio dos candidatos verdes é o de que sem Majô disputando com eles uma ou mais cadeiras que a coligação possa fazer, fica bem mais viável a eleição de um militante do PV. Portanto, segundo se comenta, não seria unânime no PV a posição de manter o atual candidato a vice, Eraldo Marques.

Marsola na política

O coronel da reserva Antonio Sérgio Marsola é, hoje, um dos homens fortes da campanha do candidato Nilson Costa (PPS)

à Prefeitura. O ex-comandante da Polícia Militar de Bauru tem no espírito de liderança e de equilíbrio traços muito marcantes, mas sabe endurecer também na hora em que a situação requer.

Em São Paulo

A tendência de momento da eleição de São Paulo (Capital), apontada pelas pesquisas, é a de uma polarização entre Marta Suplicy (PT), que lidera com folga, e o candidato tucano, Geraldo Alckmin. Esse fato gerou as primeiras rusgas entre o governador Mário Covas e a candidata petista, que o chamou de ingrato.

Covas x Marta

Covas criticou Marta por ela não estar mais atacando Paulo Maluf (PPB), que está empatado com Alckmin. Marta chamou Covas de ingrato porque na última eleição para o governo do Estado, o apoio da petista foi decisivo para a virada de Covas e sua consequente vitória.

Torcida de Marta

O raciocínio, neste caso, é claro. Marta não está atacando Maluf porque o PT considera mais fácil vencer o segundo se a disputa for com o candidato do PPB. Se for com Alckmin, avaliam, além do PT, também os críticos, a parada fica bem mais indigesta para ela, uma vez que o atual vice-governador somaria mais apoio do que Maluf.

Pesquisa SP

A última pesquisa divulgada em São Paulo, feita entre os dias 4 e 8, após o debate da TV Bandeirantes, dá 32,3% das intenções de voto para Marta, 14,6% para Alckmin e 13,7% a Maluf. Luiza Erundina (PSB) tem 10,5% e Romeu Tuma (PFL) foi citado por 7,4% dos eleitores. Vale lembrar que os dois primeiros farão a disputa do segundo turno em São Paulo.

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