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Assessoria parlamentar

Redação
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Jaú extingue assessoria parlamentar

A partir de janeiro, o vereador de Jaú que quiser ter um assessor, terá que pagar as despesas com recursos do próprio bolso

O cargo de assessor parlamentar, ocupado por pessoas de confiança dos vereadores e pago com o dinheiro público, deixará de existir na Câmara Municipal de Jaú. Os 17 vereadores terão de valer-se dos funcionários da Câmara ou, então, pagar o assessor com recursos próprios. A medida faz parte do novo regimento interno da Câmara, aprovado em junho, que deverá entrar em vigor no dia 1 de janeiro. Por conta da alteração, a verba para pagamento dos assessores parlamentares, de R$ 13 mil mensais, não foi incluída no orçamento do próximo ano, inviabilizando qualquer tentativa de restabelecimento dos cargos pela próxima Câmara. A idéia básica da mudança é que, estando obrigados a comparecer diariamente à Câmara, os vereadores não necessitarão de assessoria exclusiva.

Os cargos de assessor parlamentar foram criados em 1997, quando a Câmara era presidida pelo vereador Wilson Turini (PDT). A função dos contratados era atender as pessoas que procuravam pelos vereadores e auxiliá-lo em seus trabalhos. Mas alguns vereadores nomearam parentes para o cargo, gerando desconfiança quanto à necessidade dos auxiliares. Os atuais assessores permanecerão nos cargos até o dia 15 de dezembro, informou o presidente da Câmara, Adilson Morandi (PL).

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