Um grupo de pais e mães de alunos fizeram protesto, ontem, pedindo a retomada das obras da escola do Núcleo Nova BauruMoradores da Pousada da Esperança I e II, Núcleo Nova Bauru e bairros adjacentes promoveram, ontem, uma manifestação para mostrar o descontentamento e a preocupação que eles têm com a falta de escola na região. Eles alegam que a obra da escola do Núcleo Nova Bauru está parada desde setembro e que a Prefeitura ameaça tirar o transporte dos alunos, a partir do próximo ano. Pelas contas dos manifestantes, são 250 crianças em idade escolar que estão sem vagas em escola naquela região. Ana Lúcia Guerreiro da Silva disse que, neste ano, muitas dessas crianças estão estudando em escolas de bairros distantes. O transporte é feito por ônibus da Prefeitura. Este ano, no termo de matrícula, já está estipulado que o transporte é responsabilidade dos pais. Nós não temos como arcar com mais esta despesa, disse.As mães alegam que a escola de 1.ª à 4ª séries que está sendo construída no Núcleo Nova Bauru, se fosse entregue logo, resolveria o problema. A escola ofereceria 420 vagas, mas a obra parou em setembro e até agora a Prefeitura não fala sobre o assunto, disse uma mãe.O líder comunitário Natalino David da Silva explica que a empreiteira responsável pela obra abandonou o serviço. Deixou débitos com os funcionários, com o depósito de material de construção e não concluiu a obra, afirmou. De acordo com ele, uma casa cedida para guardar material da construção está servindo de abrigo para marginais. Segundo ele, a Prefeitura sabe da paralisação da obra. Até segunda-feiraA assessoria de imprensa da Prefeitura informou, ontem, que a empreiteira paralisou a obra sem avisá-la. Ontem, o secretário de Obras, Edmilson Queiroz Dias, foi comunicado e notificou a empresa, Construbase, responsável pela obra. Até segunda-feira, a empresa deve se manifestar e solucionar o problema, segundo a assessoria de imprensa. Eles têm prazo para a entrega da obra. Terão que apresentar argumentos que justifiquem a paralisação. A Construbase é a quarta classificada na licitação da obra. A empresa que ganhou a licitação faliu e a segunda e a terceira desistiram, informou a assessoria de imprensa.
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