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PRECONCEITO

Darlene Lima Marques Gasparoto
| Tempo de leitura: 1 min

Quem somos nós? Temos o direito de julgar as pessoas pela maneira de se vestir ou modo de viver? Acho que não foi isso que Deus tentou nos ensinar. Num folheto sobre doação de sangue, no meio de várias explicações sobre esse ato de amor e caridade, dois pontos são de surpreender: quem tem tatuagem ou é homossexual, não pode doar. Preconceito é como se pode chamar essa atitude, pois não seria por esses motivos que essas pessoas teriam obrigatoriamente alguma doença contagiosa. Grupo de risco? Talvez, mas não são feitos testes no sangue coletado? No sangue das pessoas consideradas normais pela sociedade, não há nenhum vírus? (seria bom se fosse verdade, não?) Onde é para haver amor e caridade não pode haver rótulos. Quer um exemplo bastante banal? Se no mundo não existisse mais nada para beber, apenas aquele guaraná chamado de tubaína, e você gostasse mais de outro refrigerante pela beleza da embalagem, do rótulo, você preferiria morrer de sede a experimentar a tubaína, que seria a única forma de matar sua sede e deixá-lo vivo? Se há escassez do produto, não podemos exigir marcas, apenas tentar garantir a qualidade, fazendo os testes necessários.(Darlene Lima Marques Gasparoto - Bauru)

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