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Sinserm pede ao MT que investigue a Emdurb

Redação
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O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sinserm) solicitou à sub-delegacia do Ministério do Trabalho que faça diligência fiscal na Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru (Emdurb) em função do atraso de pagamento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) dos 700 funcionários da empresa.A Emdurb não realiza o pagamento de FGTS dos funcionários desde 1996. A dívida já atinge a marca de R$ 1.178.731,80, razão que levou o Sinserm a participar de duas mesas redondas com a direção da Emdurb, mediadas pela sub-delegacia do Ministério do Trabalho em Bauru.Sem acordo nas duas mesas redondas (a primeira foi realizada em setembro e a segunda, no último dia 20), a direção do Sinserm solicitou diligência fiscal na Emdurb. Não consideramos uma boa oferta o parcelamento em 180 vezes, como foi proposto pela empresa, queremos que o FGTS seja pago em menos tempo, como em quatro parcelas, diz Sônia Carvalho, diretora do Sinserm.Na mesma mesa-redonda, o sindicato solicitou à sub-delegacia do Trabalho que a diligência também verifique a carga horária dos funcionários dos cemitérios, cuja jornada foi alterada de 12 x 36 para 8 horas diárias, sem a observância do descanso semanal remunerado, e a função dos funcionários - há reclamações de que coveiros estão trabalhando como pedreiros e vice-versa, sem que haja pagamento de insalubridade -.Não há previsão de quando será realizada a diligência fiscal. No momento, a Emdurb tenta, por intermédio da Prefeitura, firmar parceria com a Caixa Econômica Federal (CEF) para parcelar o débito do FGTS. A proposta está em tramitação na Câmara Municipal e deve ser analisada nas próximas sessões.

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