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Chapa é assassinado durante assalto

Por Ieda Rodrigues | Rita Cornélio
| Tempo de leitura: 2 min

O crime aconteceu dentro de um restaurante no Núcleo Geisel. Vítima comprava cigarro quando ladrão chegouO chapa Arlei Luiz Romualdo, 38 anos, foi assassinado com um tiro na cabeça durante um assalto, no final da noite de anteontem, no Núcleo Geisel, bairro onde morava. O crime aconteceu em um restaurante localizado na quadra 4 da avenida das Pitangueiras.O proprietário do restaurante, Umberto Pérsio de Oliveira, 55 anos, contou à polícia que já estava encerrando o expediente, após às 23 horas, quando Romualdo chegou e pediu um maço de cigarro. Como tratava-se de um freguês, o comerciante o atendeu, já com as portas do estabelecimento semi-fechadas. Ambos estavam no interior do restaurante quando surgiu um homem usando calça escura e com um capacete branco na cabeça. Empunhando um revólver, o homem anunciou que se tratava de um assalto, obrigou o comerciante a dirigir-se ao caixa e entregar-lhe o dinheiro, cerca de R$ 1.500,00.De posse do dinheiro, o ladrão saiu em direção à porta. Foi quanto olhou para Romualdo, que estava parado, apontou-lhe a arma e disparou. O tiro atingiu o rosto do chapa, que morreu no local. Segundo informações colhidas pela polícia no local, do lado de fora do restaurante havia um segundo homem, em uma moto Honda CG 125, vermelha, sem placa, que deu fuga ao assaltante.A dupla teria fugido rumo à avenida das Pitangueiras. O assassinato e o assalto estão sendo investigados pela Delegacia de Investigações Gerais/Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (DIG/Garra), mas até o final da tarde de ontem ainda não havia pistas sobre o autor dos crimes. Está sendo investigado se a dupla da moto é a mesma que vem assaltanto estabelecimentos comerciais da cidade.O proprietário do restaurante contou que, por volta das 23 horas, encerrou o expediente e desligou, inclusive, a câmera de circuito interno de televisão. Quando Romualdo chegou, ele já estava baixando a última porta e pediu um maço de cigarros. A porta estava semi-aberta quando dois motoqueiros pararam, contou.Um deles, com capacete branco, desceu e entrou no estabelecimento. Ele comunicou o assalto e colocou um revólver na minha cabeça. Eu entreguei o dinheiro, cerca de R$ 1.500,00 que tinha no caixa, disse.O assaltante não teria prestado atenção na presença do cliente, na opinião do comerciante. Eu acho que ele não tinha visto o Romualdo. Quando ele já ia sair com o dinheiro, notou a presença de mais uma pessoa. Virou e atirou no rosto dele. Romualdo morreu na hora, contou o comerciante.

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