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Falta serviço para presos de Pirajuí

Adilson Camargo
| Tempo de leitura: 1 min

Direção da Penitenciária II está em busca de novas parcerias com empresas privadas que possam oferecer trabalhoPirajuí - A diretoria da Penitenciária II de Pirajuí está mobilizada em busca de novas parcerias com a iniciativa privada, para pôr fim a toda e qualquer ociosidade que ainda resta no meio de uma pequena parte de sua população carcerária. Segundo informações passadas pelo diretor José Carlos Pedroso, hoje 80% dos 852 detentos que ocupam as minúsculas celas do presídio desenvolvem algum tipo de atividade profissional dentro da Penitenciária.A meta, segundo o diretor, é colocar todos os presos para trabalhar. Com isso, seria possível evitar que eles passassem o dia todo sem uma ocupação física e mental, principalmente. Evitando, assim, que os detentos fiquem apenas planejando uma maneira de fugir. Para atingir esse objetivo, Pedroso espera fazer outros contatos com empresas de Pirajuí e região.Até o momento, já foram formalizadas quatro parcerias com empresas locais. Outras duas, envolvendo empresários do setor de metalurgia, estariam, segundo Pedroso, em processo de conversação. Mas, mesmo com a concretização dessas duas novas parcerias, ainda assim não seria o suficiente para criar vagas para todos os presos, segundo as contas do diretor.Primeira oficinaA Penitenciária II de Pirajuí foi inaugurada em agosto de 1998, e logo em seguida, criou-se a primeira oficina de marcenaria. Depois veio a oficina de cadeiras de descanso, inclinadas e mais conhecidas como cadeiras de área. A produção diária está em torno de 200 cadeiras, atualmente. As quatro parcerias, que firmamos até o momento, são todas com empresas locais. Mas, absolutamente, essa não é uma regra. Nada impede que sejam formalizadas parcerias com empresas de outras cidades.No momento, nós estamos conversando com proprietários de duas empresas metalúrgicas. Acredito que chegaremos a um acordo dentro de poucos dias, disse Pedroso.

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