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Atropelamentos ferem idosa e criança

Josefa Cunha
| Tempo de leitura: 2 min

Dois atropelamentos registrados na tarde de ontem em pontos distintos da cidade provocaram ferimentos em uma senhora de 62 anos e numa criança de seis. Maria da Conceição de Jesus Marin, moradora do Parque Jaraguá, bateu a parte de trás da cabeça e ontem à noite foi submetida a uma cirurgia no Hospital de Base. O pequeno Diego Alexandre da Silva também foi operado para corrigir a fratura exposta provocada por uma das rodas do veículo que o atropelou. O primeiro atropelamento aconteceu pouco antes das 17 horas, no cruzamento da rua Virgílio Malta com a avenida Rodrigues Alves. Segundo informações de uma testemunha do fato, Maria Conceição atravessou a rua quando o semáforo para pedestres estava vermelho. O condutor do veículo envolvido no acidente confirmou a informação da testemunha, acrescentando que a vítima realizou a travessia sem se dar conta de que o sinal acabara de ficar verde para os motoristas. Joab Correa de Oliveira, 29 anos, residente em Sorocaba, disse que estava parado com seu Ford Fiesta, placas DHB-6046 de Sorocaba, aguardando o sinal de passagem. Quando o semáforo abriu, ele avançou o veículo e colheu Maria Conceição, que foi lançada sobre o capô e depois caiu no solo, batendo a parte posterior da cabeça. A vítima foi socorrida pela Unidade Resgate dos Bombeiros, encaminhada ao Pronto-Socorro e, posteriormente, internada para cirurgia.O segundo atropelamento foi registrado na quadra 23 da rua Alto Juruá, envolvendo o Volkswagen Gol placas BHK-9918, de Bauru. A versão do acidente também foi passada pelo condutor do veículo, que neste caso foi quem prestou os primeiros socorros à vítima. Paulo Malmonge Macedo Júnior contou que Diego atravessou a rua correndo, vindo a chocar-se com a lateral traseira direito de seu carro. O menino foi lançado ao chão e a roda traseira do veículo passou sobre sua perna esquerda. O garoto foi socorrido imediatamente pelo motorista, por volta das 17 horas, mas a direção do Pronto-Atendimento Infantil (PAI) negou-se a interná-lo para uma cirurgia de emergência por conta da ausência dos pais ou responsáveis. Macedo Júnior chamou a polícia e registrou queixa contra a atitude. Um médico do Pronto-Socorro central teria alertado para as conseqüências de risco que a demora no socorro poderia trazer. Mesmo assim, o PAI só autorizou a transferência do garoto para a cirurgia no Hospital de Base depois que sua mãe apresentou-se no local.

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