Geral

A BÍBLIA, SEMPRE

André Luiz P. de Oliveira Pinto
| Tempo de leitura: 2 min

O JC de 25/12 publicou matéria dando conta de que a CNBB está a patrocinar a publicação de uma nova versão em português da Bíblia Sagrada, traduzida pelo padre José Luiz Gonzaga do Prado, de Guaxupé. Tenho uma Bíblia católica traduzida da Vulgata e anotada pelo padre Matos Soares, com o reimprimatur de 30/6/55, assinado por Paulo, bispo auxiliar de São Paulo. O nihil obstar anterior é do cônego J. Santos, datado do Porto em 30/6/33. As letras são mais miúdas do que as da bíblia da Telefonica, que só consigo ler direito com auxílio da lupa (ainda bem que a Cilene tem uma Almeida graudinha). Por certo o novo livro não é uma nova Bíblia, muito diferente da anterior. Quando muito deve estar mais fiel ao nosso português. Enquanto isso, uma equipe de calígrafos da Grã-Bretanha está copiando a Bíblia impressa. O inverso do que fez Gutenberg? Eta livrinho mais traduzido, editado, comentado e citado; mas, pouco lido, inclusive por este leitor curioso!

PS: Que este XXI digital não seja apocalíptico no sentido social. (Omar Barreto - RG. 5.663.388-9)

BAURU E SEUS BURACOS

Todos nós que transitamos diariamente pela ruas da cidade de Bauru temos alguma estória para contar, alguma situação complicada ou mesmo algum prejuízo material causado pelo indesejável companheiro de trânsito chamado buraco. Infelizmente, tal companheiro não é nada bem-vindo, entretanto, temos que conviver com ele, sempre à nossa espreita, pronto para dar o ar da sua graça, pronto para enviar o recado que o nosso mecânico está com saudades!

Obviamente, a situação crítica que vivemos hoje não é obra da última administração, estamos acompanhando há anos a deterioração da pavimentação da cidade. Contudo, não podemos mais aceitar evasivas e argumentos paliativos, precisamos de ações concretas que amenizem o martírio de transitar pelas ruas da cidade. (André Luiz Pereira de Oliveira Pintoalpop@ig.com.br - RG 21.172.732)

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