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INJUSTIÇA NO FUTEBOL

Bruno Carlos dos Rios
| Tempo de leitura: 1 min

A Copa João Havelange foi a prova de mais uma desorganização do futebol brasileiro, com a queda do alambrado em São Januário, Rio de Janeiro, que deixou mais de 100 pessoas feridas. O dirigente do Vasco, Eurico Miranda, não se preocupou com e a vida das pessoas, e sim com que as pessoas feridas fossem retiradas de dentro do campo para a continuação do jogo. Com a paralisação do mesmo, o dirigente vascaíno fez críticas ao governador do Rio de Janeiro, Antony Garotinho. Com todas essas guerras políticas, com a desorganização do futebol brasileiro, quem acaba sofrendo é o povo, que mais uma vez leva a pior, sendo que o Estádio de São Januário estava com superlotação; o estádio, que tem capacidade para 35 mil torcedores, estava aproximadamente com 40 mil. Com esses problemas de superlotação, queda do alambrado, seria mais do que justo que o São Caetano fosse considerado o campeão brasileiro de 2000. Porém, o Clube dos 13, do qual o São Caetano não faz parte, decidiu que haverá outro jogo para se definir quem será o campeão, decisão que foi confirmada pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Isso tudo, só faz com que nós percamos o interesse de ir a um estádio de futebol e acima de tudo, que percamos a confiança na Justiça desportiva, diante dessa grande injustiça aos times considerados mais fracos entres os cartolas do futebol. (Bruno Carlos dos Rios - Estudante RG 34.855.269-5)

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