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Diretor da Ciretran contesta reclamação

André Tomazela
| Tempo de leitura: 1 min

O real motivo que justifica uma maior lentidão na expedição dos documentos pela 5.ª Ciretran é o maior cuidado na análise para vasculhar qualquer possibilidade da existência de um veículo furtado ou roubado. Essa é a justificativa do diretor da 5.ª Ciretran, Abel Fernando Paes de Barros Cortez, para a demora na liberação de documentos.

O critério que nós adotamos é desencadeado por todos os órgãos de segurança pública na região de Bauru, com o objetivo de corrigir furtos e roubos, comenta. Trata-se, segundo ele, de uma análise criteriosa sobre todos os documentos que passam pela Ciretran.

O procedimento adotado já proporcionou resultados satisfatórios. Com a análise criteriosa, o diretor afirmou que já conseguiu pescar cerca de 15 veículos que estariam em situação irregular e que já estão sendo alvo de investigações. Com esse trabalho, a população só ganha porque não existe mais aquela situação de uma pessoa comprar um carro e o mesmo ser colocado em circulação sem ter passado por essa análise criteriosa da Ciretran, explica Cortez.

De acordo com ele, o trabalho não tem como ser feito correndo e os documentos estão sendo entregues dentro do prazo legal. Mesmo sem os funcionários da Associação, os funcionários do Estado estão se esforçando ao máximo e entregando os documentos dentro do prazo legal, comenta Cortez.

Para ele, o número de funcionários da Associação era de apenas 11, sendo um deles na função de faxineira. Não eram todos ligados à área de expedição de documentos, afirma.

Cortez afirmou, ainda, que os casos de processos que ficam estacionados ocorrem em função de documentos que precisam ser complementados pelos despachantes ou são casos mais graves nos quais é solicitada a perícia e toda a documentação decorrente dela.

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