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SR. MARCOS LOUSANO

Olga Bicudo Tognozzi
| Tempo de leitura: 2 min

Compartilhando da sua tristeza e decepção quanto ao comportamento pouco respeitoso de determinados indivíduos que desconhecem a lei do Senhor Nosso Deus, não roubar, digo-lhe que vivo o mesmo drama, o desconforto em não ter mais o direito de ir e vir com independência desde o dia 28 de outubro do ano passado (2000), quando o meu Fusca, ano 78, todinho original, também foi levado por pessoas que, como o senhor mesmo diz: não se preocupam com o que podem acarretar com seus atos de marginalidade sem limites. Sr. Marcos, não devemos nos preocupar com coisas materiais, mas existem coisas que fazem parte do nosso viver, do nosso cotidiano, mas sim nos preocupar com o que elas representam na realização pessoal dos nossos compromissos que fazem parte de nossa vida. Sabedores somos de que carro hoje não é luxo, e que alguém sem compreender essa necessidade, nos agrediu levando o que era mais precioso para nós, o meio de locomoção. Carro para mim é luxo do amor e não luxo da vaidade, do desejo de possuí-lo. Nossas leis e os dispositivos são frágeis diante da maldade humana, dada a nossa cultura, assim sendo a segurança pública também ficou fragilizada. Não há uma organização compatível para estas questões que estão maltratando a sociedade, que não está organizada exatamente com as questões sociais: a falta de estrutura religiosa, familiar, financeira, cultural, o que a leva à criminalidade.

Quem sabe, sr. Marcos, com a ajuda de Deus e dos amigos, possa o senhor ser contemplado com a mesma ajuda carinhosa que sabedora sou de uma ação entre amigos a meu favor, para que eu seja restituída no bem material perdido e do direito de ir e vir com a mesma independência que antes. No Salmo 84, versículo 11, diz assim: Deus não nega bem algum aos que vivem corretamente. Confie nEle! (Olga Bicudo Tognozzi - RG: 2.883.580-3)

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