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Saúde proíbe a venda de marcas de palmito e ovos

Redação
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Várias marcas de palmito comercializadas no mercado estão com as vendas proibidas e deverão ser retiradas imediatamente dos pontos de venda. A interdição foi determinada pelo Ministério da Saúde e deverá ser aplicada, em nível municipal, pelo Departamento de Saúde Coletiva (DSC), órgão responsável pela vigilância sanitária em Bauru.

Técnicos do DSC sairão hoje às ruas para fazer cumprir a medida. As empresas terão de retirar os produtos da área de comercialização, e em 30 dias, as indústrias deverão recolhê-los em Bauru e em nível nacional. O consumidor que tiver em casa uma das marcas arroladas pelo Ministério da Saúde deve inutilizar o produto.

De acordo com a diretora do DSC, Maria Helena Abreu, a interdição foi decidida a partir da constatação de que em vários casos, o palmito estava sendo embalado em locais não autorizados pelos agentes sanitários. Isso poderia comprometer o controle de qualidade, com risco de contaminação por botulismo, que não é rara em relação ao alimento. A regularização dos produtos e sua eventual futura liberação para o consumo dependerão dos entendimentos entre as indústrias e o Ministério da Saúde.

As marcas interditadas são: Braspalm, produzida pela Indústria e Comércio de Conservas Malauatá, do Pará; Diamante, Image, Ideal, Costa Nobre, Ivai, Panambi, Goa, Dicon e 4001, da Riomar Conservas, do Pará; Amazônia, Coopalm e Yaco, da Induspar Indústria e Comércio de Conservas, do Pará; Cabo Bianco, da Ilhabela Comercial e Exportação, do Pará; e Palmira, da Agro Industrial e Comercial Palmira, do Pará.

Ovos

Também estão com a comercialização proibida, por interdição do Ministério da Saúde, os ovos comerciais da marca Santa Clara, de Santa Rita do Passa Quatro (Minas Gerais), lote 26.086, sem data de fabricação. O controle de qualidade indicou contaminação pela bactéria salmonela enteritidis, que provoca infecção intestinal.

Técnicos do DSC vão visitar os pontos de venda, também no dia de hoje, e exigir que os alimentos sejam retirados da área de comercialização. No caso dos ovos, a interdição será mantida até a conclusão do laudo de análise fiscal e do relatório técnico de inspeção pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF).

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