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UM COVAS E MIL PASTÉIS

Antonio Ribeiro Corrêa
| Tempo de leitura: 1 min

Não ler as crônicas de Zarcillo Barbosa, ou é acenar para a asnice, ou será, o adquirente do jornal, com a máquina engripada, e, por isso, perde uma boa leitura. Na verdade, deixa de ilustrar-se diante da cultura e talento desse grande jornalista.

Em linhas imaginárias, se os leitores da crônica Um Covas e Dois Pastéis pudessem pagar em dinheiro vivo os pastéis que comeram virtualmente com Covas e Zarcillo, a japonezada (carinhosamente falando) estaria milionária. Eu diria, com a permissão de Zarcillo, que o ânimo do senador Mário Covas em degustar pastéis de feira, deveu-se exclusivamente à campanha do próprio Zarcillo.

Em contrapartida, se por intransigência de circunstância, Covas, já governador, comesse em companhia de alguns holleriteiros hoje preocupados com as tetas do governo estadual, e cuja falsidade é maior do que máscara que ajustam à própria cara, na primeira chance, sem dúvida alguma, o governador meteria o dedo na garganta!... (Antonio Ribeiro Corrêa - RG. 4.168.220)

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