O Jardim Jussara, um dos bairros de Bauru que mais sofre com erosões, está recebendo aproximadamente 2.600 metros lineares de galerias pluviais, uma obra que custará cerca de R$ 450 mil à Prefeitura. A instalação da galerias visa escoar a água da chuva do Parque Viaduto e Vila Nova Celina e conter as erosões das ruas do Jardim Jussara e Vila Rocha e nas margens do córrego Água do Sobrado.
Equipes da Secretaria Municipal de Obras estão trabalhando no Jardim Jussara e Vila Rocha há cerca de um mês na implantação das galerias. As galerias devem resolver em 70% o problema de erosões nos dois bairros, segundo o secretário de Obras, Edmilson Queiroz Dias.
Ele explicou que a Prefeitura está atuando em duas frentes de trabalho na região do Jardim Jussara. Uma na implantação das galerias e outra na parte baixa do bairro, às margens do córrego Água do Sobrado, para conter as erosões abertas pelas últimas chuvas.
Várias casas estavam em situação de risco, devido à proximidade com as erosões. Com o trabalho realizado no local, de acordo com Dias, as erosões foram estabilizadas, amenizando a situação. O secretário de Obras explicou que também estão sendo colocadas galerias no Jardim Jussara em direção ao Parque Viaduto.
Também já foram adquiridas células de concreto, no total de R$ 65 mil, que serão instaladas dentro de uma grande erosão entre o Jardim Jussara e a Vila nova Celina com o objetivo de canalizar a água da chuva da Vila Rocha, Parque Viaduto e outros bairros. O secretário de Obras lembrou que Bauru tem 33 erosões grandes na área urbana, que demandam altos investimentos para serem contidas. São problemas que não se resolvem em uma única gestão, frisou.
Piscinão
Edmilson Queiroz Dias adiantou que na região do Jardim Jussara também será construído um piscinão, nas margens do córrego Água do Sobrado, para armazenar a água da chuva da região do Parque dos Sabiás, Parque dos Andorinhas, Núcleo José Guilherme, Vila Popular e outros bairros das adjacências.
Isso para evitar que, durante chuvas fortes, a água escoa rapidamente pelo córrego, causando erosões nas margens e inundação na região da avenida Alfredo Maia. Para o piscinão, será preciso, de acordo com o secretário de Obras, fazer aterro. A proposta é que a água armazenada seja escoada em uma hora após o momento mais forte da chuva.