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Sebes pede verba para 16 projetos sociais

Redação
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A Secretaria Municipal do Bem-Estar Social (Sebes) está encaminhando à Secretaria da Assistência e Desenvolvimento Social do Estado 16 projetos para a área social. Ainda nesta semana, a Sebes deve encaminhar os projetos (com diagnóstico social, objetivos e metas a serem alcançadas) à secretaria estadual para aprovação.

O prefeito Nilson Costa e a secretária do Bem-Estar Social do Município, Sandra Scriptore Rodrigues, reuniram-se com o secretário estadual de Assistência, Edson Ortega Marques, na semana passada, em São Paulo. No entanto, ainda não obtiveram nenhuma informação de liberação de recursos.

Na oportunidade, o secretário colocou ao prefeito a diretriz do Governo do Estado para a área social, com os programas e projetos voltados ao atendimento às pessoas vítimas de exclusão social, prioritariamente as crianças e adolescentes em situação de risco social e violência, integrados com ações envolvendo as famílias, focalizando aqueles em situação de abandono nas ruas, trabalho infantil, violência doméstica, abandono escolar e envolvimento com drogas, além do atendimento às pessoas portadoras de deficiência, idosos, entre outros.

Segundo Sandra Scriptore, Edsom Ortega informou que a alocação de recursos levará em conta a densidade populacional e a situação de vulnerabilidade social no município. Dados apontados pela Seads constatam que 62 municípios paulistas possuem mais de 100 mil habitantes e que esses municípios representam 72% da população do Estado de São Paulo.

A situação de Bauru hoje é de que 25% da população estão na linha ou abaixo da linha de pobreza, ou seja, a renda per capita não ultrapassa R$ 75,00. Isso significa que esse percentual da população não consegue custear habitação, transporte, alimentação, saúde, educação e lazer. A média de renda para uma família de quatro pessoas seria de R$ 300,00 aproximadamente.

As entidades, governamentais ou não, serão chamadas à parceria desde que estejam articuladas e integradas com cobertura espacial, ou seja, com atendimento setorizado, voltado aos excluídos socialmente, e de forma dirigida através de ações localizadas. Somente serão liberados recursos para programas considerados de qualidade e com competência para aplicação racional de recursos em termos de qualidade e inclusão social.

O prefeito e a secretária da Sebes colocaram ao secretário de Estado que a cidade já adotou essa política de assistência desde o ano passado quando entregou dois Núcleos de Atendimento Sócio-Familiar ( NASFs), nas regiões dos bairros Ferradura Mirim e Jaraguá, regiões carentes da cidade. O projeto tem por finalidade reintegrar a pessoa excluída à sociedade. Essas unidades já promovem o modelo de atendimento que está sendo adotado pelo Estado.

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