Geral

Rodoviária apreende 152 kg de maconha em Ourinhos

Rita de C. Cornélio*
| Tempo de leitura: 2 min

Ourinhos - Policiais rodoviários do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) da cidade de Ourinhos apreenderam aproximadamente 152 quilos de maconha na madrugada de ontem. A droga estava sendo transportada por M.A.S.S., 32 anos. O acusado, que teve apenas as iniciais do nome divulgadas pela polícia, foi autuado em flagrante por tráfico de entorpecente.

O acusado dirigia o veículo Del Rey (placas CRW-6605 de Tupã) pela rodovia Orlando Quagliato (SP 327), que liga São Paulo ao Paraná. Próximo da base da Rodoviária, ele percebeu a presença dos policiais, que estavam atentos ao movimento, desligou os faróis e tentou retornar para fugir.

Toda a manobra do motorista estava sendo observada pelos policiais do TOR, que começaram a acompanhar o Del Rey. No quilômetro 31, foi feita a abordagem. De acordo com o titular da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) de Ourinhos, José Manzano, os policiais estaduais sentiram odor de maconha e fizeram uma revista no veículo, localizando alguns tijolos da droga.

O carro foi conduzido até a base da Rodoviária, fizeram nova vistoria e encontraram mais entorpecentes. Dali, o carro foi encaminhado à Delegacia de plantão, foi feita uma busca ainda mais minuciosa, encontrando mais droga, num total de 151,9 kg de maconha, contou Manzano.

Os tijolos de maconha estavam camuflados nos assentos e encostos dos bancos do veículo, assim como em um fundo falso no assoalho. M.A.S.S foi autuado em flagrante pelo artigo 12 da Lei 6368/76, tráfico de entorpecente. Por ser um crime inafiançável, ele ficou detido na Cadeia Pública de Ourinhos, até que a Justiça analise a situação.

Segundo Manzano, apesar de dirigir um veículo de Tupã, o indiciado disse residir na cidade de Astorga (Paraná). Questionado sobre a origem e o destino da droga, o delegado explicou que o indiciado não prestou depoimento, reservando-se ao direito de ser interrogado em juízo, ou seja, somente após transcorrida a fase processual, quando o caso já estiver no Fórum.

Indagado sobre a possibilidade de haver uma quadrilha atuando na região, Manzano disse preferir não se manifestar a respeito antes das investigações.

* Colaborou Sabrina Magalhães

Comentários

Comentários