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Caixa d'água irregular é responsável pelo grande número de autuações registradas

Fabiana Teófilo
| Tempo de leitura: 1 min

De acordo com dados do Departamento de Saúde Coletiva (DSC), 80% das autuações por irregularidades no controle do Aedes aegypti, no Jardim Bela Vista, referem-se a problemas com caixas dágua.

Na maior parte dos casos, a caixa encontra-se sem tampa ou com a tampa rachada. Além de propiciar a proliferação do mosquito transmissor da dengue, o local fica vulnerável a ratos, baratas e poeira. Esse é um problema crônico, agrava Maria Helena Abreu, diretora do DSC.

Em decorrência do aumento de casos positivos e autóctones (contraídos na cidade) de dengue, o DSC diminuiu o prazo oferecido aos moradores para a regularização da situação, antes da aplicação da multa. Agora, se a pessoa não regularizar a situação em 15 dias, ela será multada. A justificativa legal para essa medida é o risco à saúde pública, esclarece a diretora. O valor da multa varia de R$ 50,00 a R$ 2 mil, sendo que a reincidência é sempre mais cara.

Em grande parte dos casos, o proprietário da casa alega que a caixa dágua é bastante antiga e que não são comercializadas tampas do tamanho ideal. A alternativa, nesses casos, é cobrir a caixa dágua com um plástico e, em seguida, com a tampa antiga, ainda que rachada. No entanto, o plástico deve ser trocado a cada três meses. As caixas devem ser lavadas de seis em seis meses.

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