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Redação
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Combate ao HIV

O Bristol Myers Squibb anuncia novas iniciativas para ajudar a combater a epidemia do HIV/Aids na região baixa do Saara, na África. US$ 115 milhões em filantropia e medicamentos contra a Aids a US$ 1,00 por dia são iniciativas da companhia para intensificar o combate à doença na África. Resultado da parceria da Bristol-Myers Squibb com agências internacionais como Unaids, Organização Mundial de Saúde, Banco Mundial, Unicef e Fundo da População das Nações Unidas, o projeto Drogas Abaixo do Custo reduzirá os preços de Videxâ e Zeritâ, medicamentos da companhia que fazem parte do tratamento contra o vírus HIV, para US$ 1,00 na África. Além disso, a companhia continuará com o projeto Secure The Future (Garanta o Futuro), que coordena governo e comunidade no combate ao HIV e, também, desenvolve sistemas inovadores na prevenção e tratamento de mulheres e crianças soropositivas. O programa que a Bristol-Myers Squibb implementa no continente africano ao longo de dois anos é explicado pelo caráter emergencial da forma como a Aids está presente no local.

Vacina contra câncer

Cientistas americanos criaram uma vacina contra o vírus que provoca o câncer de colo uterino, doença que mata anualmente 200 mil mulheres em todo o mundo. A vacina ainda está em fase experimental, superando recentemente os primeiros testes em seres humanos. Para comprovar sua eficácia e segurança, serão necessários no mínimo outros seis anos de experimentos, frisaram os seus criadores. Trata-se de uma grande promessa, disse Harald Zur Hausen, o cientista alemão que explicou os progressos na criação da vacina ao Journal of the National Cancer Institute. Atualmente, existe um teste que detecta o vírus que provoca o câncer de colo uterino, o que representa um método muito eficaz para prevenir os tumores. O papillomavirus humano (HPV) é um vírus de transmissão sexual que infecta anualmente milhões de mulheres. Existem cerca de 80 tipos distintos do vírus, a maioria dos quais inofensivos. Mas há os que, como o HPV-16, possuem propriedades cancerígenas. A vacina visa justamente atacar esta variedade de vírus e dessa forma salvar a vida de milhares de mulheres dos países em vias de desenvolvimento que não têm acesso aos exames existentes para detectá-lo prematuramente. (Ansa)

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