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BAURUENSES DÃO PROVAS DE QUE TEATRO ERA NECESSÁRIO

Nilson Costa
| Tempo de leitura: 2 min

Estamos comemorando com alegria o primeiro aniversário do nosso Teatro Municipal, inaugurado por ocasião do quinto centenário do descobrimento do Brasil, em abril do ano passado. Por coincidência ou não, a essa alegria juntamos dois fatos novos que são a denominação pelo Legislativo de Carlos Fernandes de Paiva ao Centro Cultural e Celina Lourdes Alves Neves à casa de espetáculos da municipalidade.

O que nos deixa também bastante satisfeitos é a constatação, que por sinal não foi uma surpresa, de que o Teatro Municipal não era apenas uma aspiração de nossa população e artistas, mas também uma grande necessidade. Agora podemos comprovar que realmente havia uma demanda reprimida. Isto porque, desde a sua entrega ao público, aquela sala vem sendo utilizada para apresentações de peças de renome e da mais alta qualidade. Aberto com a atriz Regina Duarte e a filha, Gabriela, que nos apresentaram a peça Honra, desde então, outros profissionais de alto gabarito têm passado pelo nosso Teatro. Entre eles, Juca Chaves, Carlos Moreno (o homem do Bom Bril), Mauro Mendonça, Munir Zalaf, Raul Gazola, Vera Zimmerman, Ester Góes, Elizabeth Savalla, Juca de Oliveira, Suzy Rego, entre tantos outros.

E não foram apenas peças. Sob a coordenação criteriosa do secretário da Cultura, Sérgio Losnak, nosso Teatro também tem apresentado balés, audições musicais de qualidade e realizado oficinas, o que é de significativa importância para aqueles que desfrutam da convivência e do aprendizado no Centro Cultural. Em síntese, em apenas um ano, o Teatro Municipal abriu as suas portas 147 vezes para receber 39.698 pessoas, o que demonstra o grande aproveitamento do nosso público e a falta que essa Casa fazia para Bauru.

Isto também prova que acertamos quando decidimos que esse equipamento público era uma necessidade para nosso povo e que os recursos da comunidade e das empresas colaboradoras ali empregados seriam um bom investimento. Muito mais do que foi empregado já está sendo colhido em forma de cultura para toda nossa gente, principalmente os jovens. O que torna a sala ainda mais digna de receber o nome de Celina Lourdes Alves Neves, que passou a sua vida vinculada ao ensino e às artes de Molière, Shakespeare e outros. E em sua nova morada de glória, a homenageada certamente exulta com a trajetória que nossas atividades culturais vêm tendo. (Nilson Costa - prefeito municipal)

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