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UM HOMEM CORRETO

Nei Ribeiro
| Tempo de leitura: 2 min

No dia 12/11/2000, o nosso dileto Jornal da Cidade publicou nesta democrática e versátil A Tribuna do Leitor, um texto enviado e assinado por mim, onde por motivos justos, tive que elogiar o prefeito Nilson Costa, onde ao mesmo tempo em que tecia comentários louváveis, até o defendia, a respeito de uma missiva publicada na aludida Tribuna, semanas antes, onde a missivista, a meu ver, mesmo sem base sólida, tinha a intenção de criticar o então recém-eleito prefeito, com referência à ponte que liga o Mary Dota ao Distrito Industrial, dizendo que o Nilson Costa ganhou a eleição ali na ponte, o que não corresponde à verdade.

Volto a escrever, desta feita para dar outro voto de louvor ao chefe do Executivo, no caso da Nutriplus, onde o senhor Nilson, usando de sua sensatez habitual, sem nenhuma briga, sem muita questionança e sem se curvar a esse ou àquele vereador, mas apenas puxando para o lado ou caminho mais curto, encontrou a solução ideal para o caso das refeições dos servidores, jogando uma pá de cal sobre o caso, muito embora haja algum inapto, que senta sobre o próprio rabo e esquecendo seus inúmeros defeitos, tenta porque tenta, quer porque quer macular a imagem de um administrador que tem mostrado trabalho e honestidade, na arte de governar, principalmente, porque governa a terra em que nasceu; a cidade que ama. Claro que é difícil agradar a gregos e troianos, até porque, se fosse ao contrário, não teria nenhuma graça.

O prefeito, segundo a Imprensa, está aguardando uma verba do governo do Estado, a caráter de calamidade pública, para arrumar a cidade, destruída em várias regiões, por fenômeno de força maior, ou seja: as fortes chuvas passadas, todavia, barrada pela burocracia, essa verba não chega, se é que vai chegar, pois, segundo consta, estão querendo, lá no Palácio do Governo, transformar calamidade pública em estado de emergência ou coisa parecida e se isso ocorrer, eles não mandarão a verba, até porque, nem um emissário parece que ainda não mandaram, para constatar in loco a situação da cidade.

Pelo que se observa e se deduz, atualmente, é muito difícil administrar uma cidade, principalmente, do porte de Bauru; falta verba para isso, para aquilo, é lei de responsabilidade disso e daquilo, que amarram, atam as mãos dos prefeitos, enquanto em nível de Governo Federal, o que se vê é só um mar de lamas. (Nei Ribeiro - RG 2.703.333-8)

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