O que esperar dessa Administração municipal? Na verdade, nada! Já se faz quase cem dias que Bauru sofreu um temporal e surgiram crateras e crateras pelas ruas e até agora essa Administração nada fez. Vejamos alguns exemplos:
1 - Aqui no Jardim Marilu, onde moro, somos obrigados a conviver com as ruas sem asfalto e agüentar os buracos quando chove. Quando não chove, poeira e buracos. Até mesmo, dizer para esses administradores que não queremos nada de graça, que queremos pagar pelo asfalto, não sensibiliza esses ditos cujos
2 - A ligação entre a Nova Esperança e a Vila Dutra já se transformou numa enorme erosão. Lá já morreram duas pessoas, e o máximo que a Prefeitura fez foi colocar terra como barreira para impedir que as pessoas passem pelo buraco. É comum presenciar caminhões e carros terem de voltar e aumentar seu percurso em muitos quilômetros.
3 - Na rua Cuba (importantíssima via de ligação) é vergonhoso o que acontece lá. Carros transitam pela via totalmente esburacada, sem nenhuma condição. Buracos e buracos. E a Prefeitura? Nem sinal! Talvez a hora que um carro cair dentro do rio e morrer alguém, aí a Prefeitura vai dar as caras por lá.
4- Na rua Mara Lúcia Vieira, o que temos lá? Uma enorme erosão. E a atitude da Prefeitura? Colocar um poste para afixar um aviso que a rua está impedida.
5 - As ruas da cidade, então, nem se fala.. O que temos é mais um montão de buracos. Conclusão: já irá completar 100 dias que a cidade sofreu um temporal que deu origem à maioria dessas erosões. Observe bem: 100 DIAS. E o que a Prefeitura faz? Nada! A única coisa que somos obrigados a agüentar é o cinismo dessa administração que vem a público dizer que a cidade está em ordem ou ouvir o eficiente secretário de Obras dizer que seu grande sonho é duplicar a avenida Getúlio Vargas até a Rondon. Gostaria de saber também o que a Câmara de Vereadores, a OAB e os promotores tem a dizer sobre isso. Penso que essas instituições têm que pressionar a Prefeitura a começar a tomar providências urgentes.
Chega de enrolação! Os moradores da periferia desta cidade exigem respeito aos seus mais elementares direitos. Transitar por ruas com condições decentes. (Sílvio Carlos Anzolim - RG 10621884)