Quatorze associações de classe de policiais militares reivindicam um reajuste emergencial, extensivo aos inativos em geral e pensionistas da Caixa Beneficente da PM, cuja porcentagem é de 41,04% e 84,94%.
As entidades de classe não apóiam greve, mas se o governador se mostrar insensível, fica muito difícil segurar a tropa.
Por ser um serviço essencial (segurança pública), é proibida a greve entre os servidores públicos militares. Em outros Estados já houve várias greves, reivindicando melhores salários. Em São Paulo, já houve greve na PM, entretanto, não foi total.
Oxalá que o governador Geraldo Alckmin atenda à justa reivindicação, visto que a família policial militar enfrenta sérias dificuldades financeiras, em função de os salários estarem defasados há vários anos.
Por outro lado, o governador poderia estender a Gratificação de Atividade Policial Militar aos inativos em geral e pensionistas da Caixa Beneficente da PM, pois consta que vários interessados já ganharam tal benefício na Justiça.
O artigo 126, parágrafo 4.º, da Constituição Estadual, determina que toda e qualquer vantagem pecuniária concedida ao pessoal da ativa, deve ser estendida aos inativos em geral. (Oswaldo de Oliveira - RG: 2.232.687)