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Redação
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Raquitismo

O raquitismo, uma doença tida como desaparecida e que provoca enfraquecimento ósseo, está ressurgindo nos Estados Unidos, principalmente entre a população negra. A denúncia foi feita a partir de uma pesquisa realizada na Geórgia, que verificou que, entre 1997 e 1999, uma em cada 200 mil crianças teve que recorrer à assistência hospitalar para o raquitismo. Os pesquisadores acreditam que a patologia esteja ainda mais difundida que o que as estatísticas mostram. As principais causas da doença são a carência de vitamina D e a exposição solar insuficiente. A vitamina D precisa do sol para agir e a pele negra absorve menos os raios solares. (Ansa)

Sinusite

Um estudo norte-americano apontou, recentemente, que os antibióticos são praticamente inúteis contra a sinusite infantil, contradizendo diretamente as linhas fundamentais de tratamento sugeridos pelos Centro para o Controle e a Prevenção de Doenças de Atlanta (CDC). A pesquisa, realizada na Washington University de Saint Louis, considerou um teste realizado em um grupo de crianças de oito anos que sofriam de sinusite. Metade delas tomou antibióticos e a outra metade tomou placebo (substância igual na aparência, mas sem o princípio ativo). Depois de 14 dias do início das terapias, 80% dos pacientes de ambos os grupos melhoraram notavelmente. Os especialistas ressaltaram que a sinusite, geralmente, é causada por vírus e que os antibióticos só combatem infecções bacterianas. (Ansa)

Frango contaminado

A Associação de Consumidores do Reino Unido anunciou que um de cada seis frangos vendidos nos supermercados britânicos tem algum vírus perigoso para a saúde. O estudo verificou que 13% da carne de frango, cujo consumo sofreu aumento considerável após a epidemia de febre aftosa do gado, conti-nha o vírus campylocabteria (causa mais freqüente de contaminação alimentar, causando diarréia, febre e enjôos) e 3% continha salmonella. Nos matadouros, foram encontrados frangos em caixas empilhadas, de modo que as fezes das aves de cima caíam sobre as outras. Outras alterações, como uso de luvas sujas, adulteração na data de validade e a o uso de água quente trocada apenas uma vez por dia para a remoção das penas, também foram identificados. (Ansa)

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