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Redação
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Malária

Um acordo firmado com o laboratório suíço Novartis vai permitir à Organização Mundial de Saúde (OMS) comprar remédios contra a malária a preços bem mais acessíveis. O tratamento completo com os novos medicamentos Coartem, produzidos na China, custará US$ 2,50. Parte dos kits será distribuída gratuitamente aos pacientes carentes e crianças. A malária é uma doença curável, mas que causa a morte anual de mais de um milhão de pessoas. De acordo com a OMS, a doença mata uma criança a cada 30 segundos, sendo 90% dos casos registrados na África. O objetivo do acordo é reduzir rapidamente a incidência do problema, ajudando os países subdesenvolvidos a romper o círculo vicioso da pobreza e da enfermidade. A Novartis anunciou que desistiu dos lucros para poder distribuir o tratamento àqueles que não têm condições financeiras de segui-lo. (Ansa)

Febre tifóide

Uma nova vacina, desenvolvida no Instituto Nacional dos Estados Unidos para a Saúde Infantil, tem mostrado eficiência em proteger crianças contra a febre tifóide - doença que atinge entre 16 e 33 milhões de pessoas e que causa aproximadamente 600 mil óbitos no mundo anualmente. A vacina foi testada no Vietnã, onde 90% dos vírus do tifo são resistentes aos antibióticos. Onze mil crianças entre 2 e 5 anos receberam a substância imunizante, que funcionou em 91,5% dos casos. De acordo com os cientistas, é o maior índice de proteção obtido até hoje com vacinas contra o tifo e sem efeitos colaterais. (Ansa)

Aids

A Universidade de Genebra anunciou a descoberta de um composto ativo contra o vírus HIV, causador da aids, que seria duas vezes mais potente que o AZT - o primeiro remédio utilizado contra o vírus, desenvolvido nos anos 80. A molécula, descoberta pelo professor Jean Tronchet, do setor farmacêutico da universidade, foi batizada de NU 1320 e já foi patenteada por laboratórios franceses. Segundo os pesquisadores, o composto é pouco tóxico e consegue localizar com precisão o alvo: ele impede que o vírus, presente no linfócito, introduza seu próprio DNA no núcleo da célula. Com isso, consegue-se bloquear sua multiplicação. O único obstáculo é que a molécula é ineficaz contra vírus mutantes e resistentes, mas isso pode ser atenuado com terapias combinadas. (Ansa)

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