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Motoristas e coletores discordam da paralisação

Redação
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Catorze motoristas e sete coletores de lixo reuniram-se com o presidente da Emdurb, Antônio Carlos Duarte, ontem à tarde para afirmar que são contrários à greve e só não estavam trabalhando porque estariam sendo ameaçados por grevistas e pela diretoria do Sindicato dos Servidores Municipais (Sinserm).

Não estamos em greve foi a frase dita pelo grupo, que afirmou que estava sendo impedido de trabalhar. Um dos motoristas, que não quis ter o nome divulgado, disse que chegou a ser ameaçado de agressão física quando informou que iria sair para a coleta de lixo. Um outro coletor contou que, no início da greve, chegou a sair para a coleta, mas voltou para o estacionamento da Emdurb porque grevistas saíram correndo atrás dele.

Os motoristas e coletores reunidos na Emdurb disseram que não participaram da assembléia que decidiu a deflagração da greve e que foram pegos de surpresa na quinta-feira da semana passada, quando o Sinserm informou que a categoria estava paralisada. Para o grupo, os funcionários da coleta de lixo foram usados pelo Sinserm para dar volume à greve.

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