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A igreja tem como princípio a religião xintoísta, que é politeísta e cultua, entre seus deuses, os antepassados. Cerca de 250 pessoas estiveram no evento.

Redação
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Adeptos da Igreja Kaminoya Daijingu comemoraram os 28 anos da fundação do templo Paulista Jinja ontem. Cerca de 250 pessoas estiveram no evento, entre membros das comunidades japonesas de Bauru, São Paulo, Duartina, Garça e Presidente Prudente, entre outras cidades do Estado. As comemorações tiveram início com um cerimonial religioso, pela manhã, nas proximidades da rodovia Bauru-Marília, no quilômetro 373.

A igreja, cuja matriz localiza-se em Arujá, na altura do quilômetro 56 da Via Dutra, tem como princípio a religião xintoísta, que é politeísta e cultua, entre seus deuses, os antepassados. De acordo com Pedro Tunehico Miura, membro da diretoria da matriz da Igreja Kaminoya Daijingu, a fundadora da igreja no Brasil foi Suzuko Morishita, uma imigrante japonesa. Ela recebeu uma luz divina que pediu que ela ajudasse as pessoas, dedicando-se unicamente a isso. Há cerca de 60 anos ela está desenvolvendo esse trabalho, explicou Miura. Assim, Morishita fundou a Igreja Kaminoya Daijingu no Brasil, um templo da Igreja Isseijingu, do Japão. Em 1973, Tsukane Tanaka fundou o templo em Duartina, que passou a ser conhecido como Paulista Jinja.

As comemorações dos 28 anos de fundação do templo começaram com um cerimonial religioso, pela manhã, quando foram realizadas leituras sagradas. Em seguida, foi feita a bênção de veículos. De acordo com Miura, o ritual protege as pessoas durante um ano para que não aconteçam acidentes graves. O evento contou, ainda, com um almoço e karaokê.

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