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Público deve ser recorde na Feira do Bordado em Ibitinga

Redação
| Tempo de leitura: 3 min

Ibitinga - O último dia para as compras e o show da dupla Zezé Di Camargo & Luciano podem ditar o recorde de público esperado para hoje, encerramento da 28.º Feira do Bordado, em Ibitinga. Com média diária de público de mais de 10 mil pessoas e previsão de volume de negócios na ordem dos R$ 4 milhões, a feira deste ano se consolida como a maior do setor na sua história.

Estamos com uma média de público excepcional. A Feira do Bordado deste ano é sem dúvida uma das maiores da história da cidade, afirmou o presidente da Febi, Pedro Wagner Ramos. O grande número de pessoas este ano fez a organização do evento solicitar policiamento extra em todo o setor urbano, dobrando o número de policiais militares em Ibitinga. Além disso, a Polícia Rodoviária está presente nas duas entradas da cidade, como parte do esquema de segurança.

Ao todo, a Feira do Bordado deste ano traz cerca de 10 mil metros quadrados de extensão - 3,5 mil metros quadrados de área coberta - com três pavilhões e mais de 120 expositores. No pavilhão A, o que há de melhor no bordado em cama, mesa e banho. O setor B é destinado ao comércio em geral, com produtos que vão desde o eletroeletrônico ao artesanato e presentes finos. Com o dobro da capacidade dos anos anteriores, a praça de alimentação ganhou espaço extra para os shows e apresentações diárias. Além disso, o setor trouxe todos os dias workshops e áreas de lazer com pinturas e desenhos. A área de lazer é uma opção a mais para os visitantes, que podem fazer suas compras e deixar seus filhos aos cuidados de nossa equipe, explicou o presidente da Feira.

Dólar alto

A crise financeira instalada no País com a alta da moeda americana está sendo vista com outros olhos por Ibitinga. A cidade é sede da 28ª Feira do Bordado e o dólar alto está sendo um dos responsáveis pela média de 10 mil turistas diariamente ao evento.

A disparada do câmbio está trazendo para Ibitinga, o consumidor que revende normalmente produtos comprados em dólar, principalmente na fronteira do País com o Paraguai. Os chamados sacoleiros, que revendem produtos em grandes centros estão voltando suas atenções para a capital do bordado, depois de terem seu poder de compra prejudicados com o dólar alto.

Esse tipo de comportamento acaba acontecendo sempre, a cidade disputa compradores com a fronteira do País. Nossa vantagem nesses tempos de alta do dólar é que nós vendemos produtos financeiramente bons para a revenda e oferecemos mercadoria produzida e com custo atrelado à moeda nacional, afirma o secretário executivo da Associação Comercial e Industrial de Ibitinga.

Além da boa presença de público, a Feira do Bordado espera um crescimento maior no volume de negócios este ano. A expectativa de vendas vem sendo superada e já esperamos um volume financeiro para este ano de evento na ordem de R$ 4 milhões, afirmou o presidente da Feira do Bordado, Pedro Wagner Ramos.

Serviço

A Febi poderá ser visitada até hoje. A feira está sendo realizada no Ginásio Poliesportivo Waldomiro Ribeiro dos Santos (Nicolão), à rua rua Guido Isidoro DallAcqua s/n. Horário de visitação: diariamente das 9 às 21 horas. Ingressos: R$ 1,00 (bilheteria com renda beneficente). Mais informações: (16) 242-2908.

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