Veteranos em Ribeirão Preto Os tenistas veteranos do Bauru Tênis Clube, Antônio D. Belgo, Carlos Eduardo Cury, Cláudio Sacomandi, Hélio Crês e José Moron participarão do Campeonato Brasileiro de Veteranos. A competição será na cidade de Ribeirão Preto, no período de 13 a 18 de agosto, com jogos no Tennis Country Club, na rodovia SP 328, km 311, rodovia Ribeirão Preto. Serão disputados jogos de simples e duplas: no masculino, de 35 a 80 anos e, no feminino, de 35 a 70 anos. A pontuação será do Grupo II e ranking nacional brasileiro.. A chave masculina será formada por 64 jogadores e 48 na chave feminina. A hospedagem será no Taiwan Hotel, rua Lafaiete, 1370, fone 16.632.8899 ou 7162. A supervisão é da Federação Paulista de Tênis, presidida por Raul Cilento.
Veteranos em Valinhos Nos dias 25 e 26 deste mês um grupo de tenistas veteranos, coordenado por Hélio Crês, pelo BTC, e Hélio Caldas e Tony Favoretto, pelo Vale Verde, em Valinhos, nas proximidades de Campinas, estará disputando mais uma competição amistosa e fraterna com jogos de simples e duplas. No primeiro semestre a rodada foi em Bauru, nas quadras da sede social.
João Paulo Sacomandi é vice-campeão nos Estados Unidos - O tenista do BTC, filho de Celso Eugênio Sacomandi e de Daisy Martins Sacomandi, retornou de uma viagem aos Estados Unidos e Porto Rico onde participou de treinamentos em clínicas e participou de torneios. Um deles foi em Orlando, disputado por jogadores adultos, com premiação em dinheiro. João Paulo Sacomandi venceu dois jogos. No Seminole County Summer Championship o bauruense foi o vice-campeão e recebeu elogios da comissão organizadora. O tenista do BTC conta com o patrocínio da Uniemd-Bauru e da Mr. Pretzels, de Luiz Alberto Penna.
No mundo do tênis Os técnicos dos tenistas desempenham inúmeras funções, especialmente entre os mais jovens, para evitar que o dinheiro ganho nas quadras, com muito esforço e suor, acabe desaparecendo em gastos inadequados e sem segurança em termos de futuro. Jovens e milionários, com muito dinheiro no bolso ou na conta bancária, podem até querer deixar o tênis de lado para aproveitar as opções de vida que os dólares oferecem.
O calendário tenístico tem a duração de 30 semanas por ano e os jogadores e técnicos convivem esse período em hotéis, aeroportos, aviões e nas quadras. Entre os homens, o clima é de cordialidade, salvo os casos especiais. Eles convivem em grupos: espanhóis com espanhóis, norte-americanos com norte-americanos, australianos com australianos.
A participação em campeonatos acaba gerando boas amizades a partir da fase juvenil. É o caso de Gustavo Kuerten e o equatoriano Nicolas Lapenti, seu parceiro de duplas em vários torneios. Outro amigo é espanhol Carlos Moya. O diferente é o russo Kafelnikov que critica tudo e todos e gosta de contar vantagem antes do jogo. Perdendo, arruma uma boa desculpa e nunca reconhece o mérito dos que o derrotam. Seu esporte preferido, além do tênis é o de ganhar dinheiro.
Entre as mulheres, o clima é bem diferente e permanece sempre o de guerra e de eterna competição. Como as finais são sempre entre um grupo de seis a oito jogadoras aumenta a tensão entre elas na expectativa de superação. A impressão é que elas são mais cobradas pelos técnicos e familiares para que saiam da quadra vencedoras das partidas ou dos títulos em disputa. Na história do tênis feminino, na fase de iniciação ou infanto-juvenil, estão registrados casos de violência por parte dos pais contra as jovens jogadoras.
Andy Roddick É a badalada revelação do tênis nos Estados Unidos, jogando bem no saibro, na grama, em quadras rápidas e saca, quase sempre, acima de 200 km/h. Roddick chegou a ser o número 1 do mundo na categoria juvenil. Além de bom jogador é catimbeiro para desconcentrar seus adversários encenando contusões ou cãimbras. Essa coluna foi redigida antes do jogo dele contra Gustavo Kuerten.