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Disparo acidental fere três no Pronto-Socorro Central

Ieda Rodrigues
| Tempo de leitura: 2 min

Três pessoas ficaram levemente feridas com um único disparo acidental de arma de fogo ocorrido no Pronto-Socorro Central por volta das 21 horas de ontem. O jovem Adão Reginaldo Silva Jordão, 19 anos, portador de deficiência mental, visivelmente agressivo ao perceber que poderia ser internado, estava tentando tomar a arma do policial militar J. Roberto quando o disparo ocorreu.

Até as 23 horas de ontem, como os pais de Jordão ainda estavam sendo medicados, a ocorrência ainda não havia sido registrada no Plantão da Delegacia Seccional. Mas pelo o que a polícia havia apurado, os pais de Jordão, cujos nomes ainda não eram conhecidos, haviam procurado o PS Central à tarde onde solicitaram uma ambulância para transportar o rapaz ao Hospital André Luiz, em Garça.

No PS, os pais do rapaz foram orientados a levá-lo para uma avaliação médica, para que a ambulância fosse liberada. Por volta das 21 horas, os pais levaram Jordão ao PS. Enquanto a ficha para atendimento médico era feita, Jordão teria percebido que poderia ser internado e ficou agressivo com seus pais.

O policial militar J. Roberto, que estava no PS, interviu na tentativa de conter Jordão. No entanto, o rapaz segurou o coldre do revólver do policial, tentando tomá-la para si, quando ocorreu um disparo. O projétil atingiu Jordão na coxa e panturrilha, a perna do pai do rapaz e o pé da mãe do rapaz.

Jordão foi contido e, diante dos dois ferimentos causados pelo disparo e da agressividade, foi internado no PS. Os pais do rapaz também foram medicados, mas às 23 horas estavam sendo liberados pelo médico, segundo informou o delegado Dinair José da Silva, que estava de plantão ontem à noite e foi até o PS. O delegado estava aguardando os pais do rapaz para a definição jurídica da ocorrência. Silva ressaltou que as circunstâncias do disparo serão apuradas, assim como a reclamação dos pais de demora no atendimento médico no PS.

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