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Descarga elétrica e queda matam pintor

Redação
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Lourival Genaro teve 40% de seu corpo queimado, além de sofrer cortes e traumas por diversas regiões do corpo.

O pintor Lorival Genaro, 58 anos, morreu ontem à tarde, depois de ter sofrido uma descarga elétrica e caído do prédio onde trabalhava, na quadra 3 da rua João Batista Garcia, no Jardim do Contorno. Genaro sofreu descarga elétrica por volta das 9 horas, que causou queimaduras em cerca de 40% de seu corpo.

Também em função do choque, o pintor acabou caindo de uma altura de aproximadamente quatro metros, sofrendo cortes e traumas diversos pelo corpo. No momento do acidente, Genaro prestava serviços para uma empresa. Ele foi socorrido por uma Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros e conduzido ao Pronto-Socorro Municipal (PSM) Central.

Diante da gravidade do caso, o pintor foi transferido para a UTI do Hospital de Base, mas morreu logo depois de dar entrada. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros e da empresa para qual prestava serviços, Genaro estava pintando uma parede quando o acidente ocorreu.

Segundo informou uma funcionária da empresa, Genaro havia terminado de pintar uma parede do prédio e estava tentando chegar à outra pela marquise, ao invés de usar a escada, quando escorregou. De acordo com a funcionária, quando Genaro escorregou, o cabo do rolo para pintura que carregava encostou na rede elétrica, ocorrendo a descarga, cuja potência não pôde ser precisada.

Após o choque, o pintor caiu sobre um local em que havia diversos tubos cilíndricos de aço posicionados verticalmente, que tornaram difícil o acesso para a retirada da vítima. Na queda, o peso do corpo do pintor teria, ainda, rompido algumas telhas do prédio.

Devido ao impacto com os tubos, Genaro sofreu diversos traumas em várias regiões do corpo. De acordo com o sargento Vinícius, que atendeu a ocorrência juntamente com os soldados Alves e Cardoso, do Corpo de Bombeiros, o pintor tinha um grande trauma na cabeça e na face, com cortes.

A queimadura provocada pela descarga elétrica atingiu cerca de 40% do corpo da vítima, que também teve cortes na barriga e nas pernas - coxa e canela. Quando a Unidade de Resgate chegou ao local, Genaro estava semi-consciente, fraco e sem movimentos. Os bombeiros tiveram dificuldade para socorrê-lo, já que seu corpo estava encaixado entre os cilindros de aço.

O pintor estava perdendo muito sangue e conseguiu expressar que estava sentindo muita dor, devido à grave queimadura. No Pronto-Socorro Central, socorrido pela Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros, Genaro recebeu os primeiros atendimentos. Logo em seguida foi transferido para o Hospital de Base, onde morreu.

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