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ELVIS AARON PRESLEY

Roberto Rodrigues Malini
| Tempo de leitura: 2 min

Em 8 de janeiro de 1935, nascia o menino pobre de uma família humilde. Em Tupelo, município dos Estados Unidos, nascia um ídolo. Com o nascimento do menino, seus pais resolveram se mudar para Memphis, pensando que suas vidas pudessem melhorar financeiramente e, também, no futuro do menino. Logo completou Elvis os seus 6 anos. Então, seus pais conseguiram uma vaga em um colégio na localidade onde moravam. O menino tímido chamado Elvis Aaron Presley começou a cantar no meio dos amigos e até em festas da escola. Começou, aos poucos mostrar seu talento e a boa música, que ele curtia nas horas de folga dos estudos. As garotinhas da época deliravam no balanço de todo seu talento. Assim, passando-se os anos, logo completou os seus 16 anos. Aumentando a dificuldade de sua família, foi obrigado a trabalhar para ajudar os pais. Primeiro, trabalhando no supermercado, lanterninha de cinema. Ganhando um pouco mais, conseguiu trabalhar de caminhoneiro. Começou a surgir o seu rebolado mais chocante e as garotas deliravam vendo e ouvindo suas músicas. Quando Elvis sentia que fazia um pouco mais de sucesso, precisou interromper a sua carreira para se alistar no Exército. Dentro do Serviço Militar, conheceu Priscila, por quem se apaixonou. Prosseguindo o namoro, ambos se casaram. Desse casamento nascia a Lise Marie Presley. Saindo do Exército, sua carreira começou a fracassar um pouco. Na década de 60, surgindo a era do rock and roll, Elvis começou a subir, até chegar nas paradas de sucesso em 1.º lugar. Com todo sucesso da fama, já não tinha mais tempo para sua mulher. Então, Priscila, sentindo-se solitária, sem seu esposo, começou a se afastar. Com isso, os dois divorciaram-se. Elvis, não aceitando o fato, começou entristecer-se por ter perdido a sua esposa que tanto amava. Pois era tarde para reconquistar o seu amor que havia perdido. 16 de agosto de 1977. Elvis morreu: parou Memphis; Memphis chorou pela perda de seu ídolo. Morreu nosso mito, nosso ídolo... Depois do vigésimo quarto ano de sua morte, não aceito ouvir que Elvis é o fruto da decadência. Pois Elvis sempre será Elvis, nosso ídolo, nosso mito. (Roberto Rodrigues Malini - RG: 18.032.824)

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