A Polícia Civil está indiciando três pessoas pela morte de Mauro P. da Silva, que foi apedrejado e teve o corpo queimado
A Delegacia de Investigações Gerais/Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (DIG/Garra) de Bauru esclareceu o homicídio de Mauro Prestes da Silva, 30 anos, morto a pedradas em junho deste ano, em Bauru. O corpo foi encontrado no dia 24 de junho, queimado, em um campinho de futebol na Vila Garcia. Segundo o delegado da DIG/Garra, J.J. Cardia, os três indiciados pelo crime são Wagner Antonio (conhecido como Wagninho ou Waguinho), 25 anos, Alex Alves Antonio, 18 anos, e Hélio Alves (conhecido como Bolachão), 28 anos.
De acordo com Cardia, os três acusados de cometer o homicídio, fugiram após o crime e agora estão sendo procurados pela Polícia. Com o caso esclarecido, o expediente foi encaminhado para o 2.º Distrito Policial, onde será instaurado inquérito indiciando os três autores do crime pelo artigo 121 (homicídio) do Código Penal. A prisão preventiva deles já foi solicitada e a Polícia só está aguardando a expedição do mandado de prisão para prosseguir com a captura dos três.
O titular da DIG/Garra diz que, através das investigações, foi possível esclarecer os momentos que antecederam o crime, ocorrido nas proximidades do cruzamento das ruas Sebastião T. Freitas e Antonio J. T. Parente, na Vila Garcia, em um campinho de futebol. Segundo Cardia, por volta das 22 horas do dia do crime a vítima estava em um bar, tomando cerveja com outras três pessoas. Logo após Silva ter saído do bar com os três homens que o acompanhavam, foi iniciada uma discussão entre eles, quando a vítima teria dado um tapa na cara de Hélio.
De acordo com Cardia, as investigações sobre o caso concluíram que, após essa discussão, Silva foi seguido pelos três homens, que o mataram com golpes na cabeça produzidos por um pedaço de cimento. Depois disso, os autores do crime teriam arrastado Silva até um depósito de lixo, a cerca de 30 metros do local, e atearam fogo sobre o corpo da vítima.