Geral

Continência ao soldado

(*) N. Serra
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Os obreiros impolutos da segurança pública - soldados da ativa e da reserva - estão registrando hoje o transcurso de seu Dia Nacional e o acontecimento impõe destaque especial face ao transcendental contributo que a enorme legião desenvolve no contexto do País e da sociedade no seu todo absoluto. Já no seu nascedouro (?) foram os soldados embutidos no pedestal das atividades que mais poderiam abrir campo para a segurança pública em todos os níveis - federais, estaduais e municipais - porque através deles é que poderia o País conseguir a normalidade democrática tanto desejada por sua existência. E sua instalação, no ápice da pirâmide, foi de uma intuição tão profética que, conforme testemunha a história, segmento nenhum cobriu ontem, cobre hoje e cobrirá eternamente, como eles, espaço tão grande na passarela sobre a qual deslancha a civilização, aqui e alhures, haja vista que é nos traços de seus difíceis caminhos que os brasileiros, aqui, bem como os demais povos, acolá, vão seguindo com firmeza inquestionável a sua trajetória social e humana.

Como ficariam as populações em suas jornadas não tivessem na sua retaguarda e até na dianteira a legião de homens que zelam pela invulnerabilidade diuturna sua e de seus Estados e municípios? Ninguém mais, há que se convir honestamente. E se tradicionalmente pode afirmar-se dessa forma e nesse diapasão, cabe muito bem então, merecidamente, homenagear-se ao intrépido contingente no oportuno momento do Dia Nacional do Soldado. Eis porque estamos voltando agora as baterias dos nossos aplausos para os homens de fardas e bonés, os quais, como os de todas as demais partes do mundo, fazem o seu incessante labor refletir na evolução harmônica das cidades e vilas, bem como de suas populações, porquanto, profissionais absolutamente cônscios das responsabilidades de suas atribuições, podem considerar-se abelhinhas laboriosas movendo-se ordeiramente no seu trabalho diuturno em prol da paz social e humana, fiéis aos seus justos anseios e aspirações, que são os mesmos das coletividades que os contornam. Como gigantes em meio ao ruído e à azáfama das instabilidades sociais, sabem como combater o bom combate. É o que fazem e, por isso, merecem os parabéns de todos, inclusive, naturalmente, os nossos. É a nossa opinião.

(*) O autor, N. Serra, é o Jornalista Responsável do JC e Delegado Regional da Associação Paulista de Imprensa e da Ordem dos Velhos Jornalistas do Estado.

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