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Redação
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Recuperação

O ex-prefeito Antonio Izzo Filho recebeu cuidados médicos nesta semana. Ele tem diabetes e por várias vezes sentiu os efeitos da doença. Izzo Filho cumpre prisão especial na Cadeia Pública de Bauru há mais de dois anos. Ele continua preso em função de uma condenação de primeira instância da Justiça Federal. Os advogados de defesa do ex-prefeito entraram com recurso no Tribunal Regional Federal da 3.ª Região, em São Paulo.

Empate populista

A Polícia Civil recebeu vereadores, ontem à tarde, para uma partida de futebol society seguida de churrasco, na sub-sede da Associação dos Delegados. O jogo teve uma sofrível arbitragem. A supervisão foi do delegado Ronaldo Divino, que, segundo os vereadores, garantiu o empate assim que a equipe da Câmara igualou o placar, em 7 a 7, aos 28 minutos do segundo tempo e poderia passar à frente. A partida foi disputada em dois tempos de 30 minutos.

Seccional incomoda

A equipe dos vereadores começou o jogo contando com os atletas Clemente, Parreira, Bueno, Batata e Paquito. O destaque na equipe dos delegados foi o seccional, Antonio Angelo Ciocca, que mesmo como zagueiro arriscou várias subidas ao ataque, incomodando a defesa adversária. A equipe da Câmara apelou no segundo tempo, contando com três jovens atletas da família Bueno. O assessor do prefeito, Benetti, também reforçou o time dos vereadores veteranos.

Sem substituição

Já na equipe administrativa do prefeito Nilson Costa, o PPS terá dificuldades em fazer substituições. Pelo menos para alguns que se apegam aos rigores da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) - que está sendo desrespeitada pela Prefeitura, para defender que não há possibilidade de trocas no primeiro escalão. De qualquer forma, pelo menos um secretário e alguns assessores de segundo escalão continuam na iminência de expulsão de campo ainda em 2001.

Salário de secretário 1

Aliás, nesta semana, no café do JC, surgiu uma discussão pertinente entre jornalistas e gente do governo local, inclusive um ex-secretário. O assunto foi o desempenho dos secretários. Comentou-se sobre a relatividade da função com o salário, ou seja, ressalvada a conjuntura de crise, de desemprego, dos baixos salários dos servidores em geral e da lei fiscal, um secretário de ponta não ganha o que o cargo requer dele.

Salário de secretário 2

Isso não justifica, em absoluto, que um secretário faça corpo mole, já que quando aceitou o cargo sabia da remuneração. Contudo, para que se tenha gente de nível elevado e com disponibilidade de tempo, é preciso compensar o que o sujeito deixará de ganhar em suas atividades privadas. Este é o raciocínio de uma situação ideal e não deve ser confundido com a defesa de aumento salarial para os secretários neste momento.

Salário de secretário 3

Por sinal, o ex-secretário que estava presente à roda animou-se a defender que os vencimentos dos secretários não deveriam ser iguais. Os que respondem pelos maiores orçamentos e, conseqüentemente, pelas maiores responsabilidades, deveriam ter salário maior, segundo seu entendimento, o que tem uma lógica bastante própria.

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