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1.300 crianças podem ficar sem assistência

Redação
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Se as 29 creches comunitárias reduzirem 45% das vagas, cerca de 1.300 crianças deixarão de ser atendidas. Além disso, 2.200 crianças aguardam por vagas em creches, de acordo com levantamento da Sebes.

Há demanda reprimida, reconhece Antonio Sérgio Marsola, chefe de Gabinete.

Faltam vagas nos bairros Pousada da Esperança, Parque Real, Jardim Ouro Verde, Parque Vista Alegre, Vila Nova Esperança, Vila Antartica, Leão XIII, Jardim Vânia Maria, Jardim Chapadão, Vila Celina, Vila Garcia e Núcleo Gasparini. Os servidores municipais também reclamam vagas para os filhos.

Sem creches, as crianças estão fadadas a ficar em casa e deixar de receber educação. Outra conseqüência do problema: sem ter com quem deixar os filhos, muitas mães são obrigadas a parar de trabalhar, deixando de contribuir para o orçamento doméstico.

Fora das creches, as crianças deixam de ser estimuladas, o que pode prejudicar o processo educacional posterior. Se investíssemos em educação para crianças menores de 6 anos, deixaríamos de correr atrás do prejuízo e melhoraríamos nossos indicadores econômicos, que envolvem os investimentos em educação, salienta Uriel de Almeida, vice-presidente da Associação de Entidades de Assistência e Promoção Social de Bauru.

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