Integrantes do 7.º Grito dos Excluídos procuraram o Jornal da Cidade alegando terem sidos desrespeitados pelos organizadores do desfile cívico. Segundo eles, a coordenadora de cerimonial teria anunciado o encerramento do evento após o desfile da última escola, ignorando os dois blocos (DAE e CUT) que viriam em seguida.
Para o diretor do Sindicato dos Bancários, Marcos Silvestre, o ocorrido foi lamentável, porque fez dispersar a população que assistia ao desfile. Já a diretora do Sindicato dos Servidores Municipais (Sinserm), Eliane de Souza Koti, defendeu que os organizadores provocaram o atraso na descida das escolas, deixando espaços vazios entre elas, justamente para estender o horário das apresentações.
Porque eles sabem que, ao meio-dia, todo mundo vai embora mesmo. E foi uma atitude proposital, porque nós estávamos inscritos e eles não nos incluíram na programação. Nós éramos um bloco inscrito. Não estávamos pedindo esmolas, reclamou.
Da mesma forma, algumas pessoas que assistiam à apresentação da banda da última escola do desfile também recorreram à reportagem para reclamar. É que os manifestantes colocaram o Hino Nacional para tocar no caminhão de som enquanto a banda se apresentava diante do palanque, causando uma mistura de sons. O desfile terminou pouco depois do meio-dia.