Na opinião da corregedora da Polícia Civil Carlinda de Almeida, a Imprensa de Bauru está mal informada. Segundo ela, as informações que estão sendo passadas para a imprensa são errôneas. As pessoas não querem a corregedoria. Por isso, estão passando informações errôneas. Vocês não trabalham na Polícia e não sabem quem são os delegados que foram convidados, mesmo porque ainda não está tudo definido. Os departamentos podem não estar querendo a corregedoria autônoma e independente, disse.
Ela diz que os delegados poderão ser retirados de qualquer delegacia das seccionias que compõem o Deinter-4 desde que eles aceitem e assinem o pedido. Eles podem ser transferidos sim. Quem disse que não pode? A pedido, podem ir sim para a corregedoria, garante.
Carlinda Almeida explica que todas as seccionais fazem o serviço convencional de corregedoria e vão deixar de fazer. Os funcionários que estavam na corregedoria vão fazer polícia judiciária normal, eles vão ganhar em invés de perder, defende.
Os delegados são os mesmos que fazem a corregedoria na cidade. São aqueles que já estavam fazendo o serviço. Não será ninguém diferente, frisa a corregedora. São várias seccionais pertencente ao Deinter-4. Cada seccional tem delegados, investigadores e escrivães fazendo corregedoria; todas as seccionais vão deixar de fazer. Então, esses policiais vão perder um delegado e vão ganhar todos os outros funcionários que faziam isso. Acho que as seccionais estão ganhando, declarou.
O corregedor Ciro Bonilha, nomeado há cerca de 30 dias, não quer falar sobre o assunto. Diz que não há nada definido. O diretor do Deinter-4, Anivaldo Registro, explicou que a corregedoria é um órgão independente e em função disso não poderia se manifestar. O delegado seccional, Antônio Ângelo Ciocca, também diz que não vai se manifestar sobre o assunto.