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Hoje, os 5 cemitérios de Bauru estarão abertos das 7 às 18h. Para garantir a tranqüilidade dos visitantes, foram interditadas as ruas nas áreas mais movimentadas.

Ieda Rodrigues
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Os cinco cemitérios de Bauru e o de distrito de Tibiriçá devem receber, juntos, hoje, dia de Finados, mais de 110 mil pessoas. Quem pretende ir aos cemitérios deve estar atento ao tempo. A previsão do Instituto de Pesquisas Meteorológicas (IPMet) é de nebulosidade variável à tarde, com possibilidade de chuvas e trovoadas isoladas e temperatura máxima entre 32 e 34 graus.

Bauru conta com quatro cemitérios municipais - Saudade, fundado em 1908, o mais antigo da cidade, Cristo Rei, Redentor e São Benedito, que são administrados pela Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru (Emdurb). A empresa também administra o cemitério do distrito de Tibiriçá. A previsão da Emdurb é que entre 80 e 85 mil pessoas visitem os cinco cemitérios.

O quinto cemitério de Bauru é o Jardim do Ypê, o único particular da cidade e que deve receber 30 mil pessoas hoje. O Jardim do Ypê, que funciona no sistema cemitério-parque (não há túmulos, apenas placas e lápides na grama que indicam o local do sepultamento), foi fundado em 1970 e desde 1985 está sob a administração da MPA Melhoramentos e Incorporações.

Hoje, os cemitérios estarão abertos das 7 às 18 horas. Para garantir a tranqüilidade dos visitantes, foram interditadas as ruas nas imediações dos cemitérios que ficam em áreas mais movimentadas. Os vendedores ambulantes de flores, velas, água e alimentos, que ontem já estavam com barracas armadas próximo aos cemitérios, esperam faturar com a data.

Apesar das homenagens aos mortos tradicionalmente começar na véspera de Finados, Dia de Todos os Santos, o movimento ontem à tarde nos cemitérios não foi muito grande. O casal Amauri e Maria Alice Bortoletto, que mora em Agudos, aproveitou o dia para enfeitar e visitar os túmulos de seus parentes, enterrados no Cemitério da Saudade.

O casal colocou flores brancas, por ser a cor da paz, sobre o túmulo de seus parentes. O que surpreendeu Amauri foi o fato de uma das duas gavetas do jazigo ter sido violada. Ele disse que vai esperar passar o Finados para providenciar o conserto. Hoje, o casal deve visitar o cemitério de Agudos, onde outros parentes estão enterrados.

Celina F. Odria, que mora em São Paulo e vai passar o feriado prolongado em Bauru, iria enfeitar, ontem à tarde, os túmulos de seus parentes enterrados no Cemitério da Saudade. Ela contou que retornará ao cemitério hoje para prestar homenagens aos mortos.

Já Alice DÁvila Chimenes, que mora em Bauru, visitou os túmulos de seus parentes, no Cemitério da Saudade, ontem à tarde e não deve retornar hoje. Ela explicou que no Dia de Finados há muitas pessoas no cemitério, o que dificulta a concentração para orações.

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