O artista plástico Sílvio Selva abre hoje, às 20 horas, no Centro Cultural, a sua primeira exposição individual. Mas quem acha que trata-se de um iniciante engana-se.
Aos 40 anos, Selva possui uma extensa experiência em salões e mostras coletivas. Segundo ele, a realização da exposição individual foi possível graças ao apoio de amigos.
Ao todo, dez esculturas e dez telas integram o acervo que será exposto. As esculturas em metal foram submetidas a temperaturas superiores a 1.200 C.º para atingirem a forma desejada pelo artista.
Na produção das obras, Silvio Selva une três formas de manipulação do metal: a metalurgia, na construção; as artes plásticas na concepção artística; e as técnicas de joalheria, na finalização.
Já as pinturas, refletem o ecletismo e a influência dos quadrinhos na obra do artista. Além de escultor e pintor, Silvio Selva também é cenógrafo. Nesta atividade, participou de algumas das melhores e mais populares montagens teatrais de Bauru.
O artista é coordenador de atividades em oficinas culturais. Desta forma, já realizou trabalhos por todo o Estado de São Paulo. Foi jurado do Salão de Artes de Presidente Epitácio e da categoria de artes plásticas do Mapa Cultural Paulista de 1998, em Presidente Prudente.
Teatro experimental
Além da primeira exposição individual de Selva, outra agradável surpresa para quem gosta de arte contemporânea será a apresentação do recém formado Grupo Experimental de Teatro Fênix.
Formado por Sílvia Mazivieiro, Juliana Alvarez e Suzane Manzuti, com direção de Mariza Basso, o grupo mostra a perfomance As Parcas, baseada na mitologia grega. Na apresentação, que vai abrir a exposição de Selva, as atrizes vão usar máscaras de Giseli Di Donato.
Serviço
Exposição de Silvio Selva. Abertura hoje, às 20 horas, com apresentação da performance As Parcas. A mostra acontece até o dia 23, no Centro Cultural Carlos Fernandes de Paiva. Avenida Nações Unidas, 8-9. Realização: Secretaria Municipal de Cultura.