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O futuro da economia da informação

(*) Roberto Brizola
| Tempo de leitura: 2 min

Para conquistar liderança, posição competitiva ou manter-se no mercado, as empresas necessitam desenvolver nova estratégia de como lidar com a avalanche diária de informações, novas metodologias, softwares e plataformas tecnológicas. Dois desafios são considerados fatores chaves para o executivo que atua em gestão do conhecimento ou em projetos de capacitação, atualização e/ou treinamento de pessoal nas empresas.

O primeiro é transformar essas inovações em valor agregado à inteligência empresarial dos seus colaboradores num contexto no qual a agilidade na aquisição do conhecimento é essencial; o segundo é a implementação ou conversão do conhecimento agregado, em valor tangível aos processos, produtos, serviços e, principalmente, para o cliente.

As mudanças ocorridas em diversos segmentos da economia como, por exemplo, as empresas de telecomunicações e de alta tecnologia permitem sinalizar novos horizontes para os negócios. O surgimento da informação e conhecimento como fatores de base econômica neste século imprime uma nova reordenação da matriz das empresas da velha economia que, aliados ao surgimento de empresas da nova economia, estão alterando profundamente o cenário econômico brasileiro.

Neste contexto, o electronic business, electronic commerce e todos os serviços no qual a base econômica consiste em informação e conhecimento, emergem no final do século passado como ferramentas estratégicas chaves para as empresas ampliarem seus negócios e também garantir a permanência num patamar de competitividade. A informação e o conhecimento passam uma das exigências fundamentais para a conquista de novos mercados e obtenção de vantagens competitivas.

Precisamos pensar no futuro da economia da informação. É necessário fornecer aos profissionais e executivos das organizações cenários e perspectivas, bem como ferramentas de como lidar com a nova economia baseada na informação e conhecimento, suas possibilidades e oportunidades e de noções de como a empresa poderá obter vantagens competitivas.

Essas ponderações são destinadas aos executivos e tomadores de decisões das empresas que pretendem desenvolver ou estão desenvolvendo projetos na área da nova economia, no âmbito das organizações.

O Brasil está preparado para oferecer às empresas o melhor e maior banco de dados sobre a economia da informação na América do Sul. O tema em questão é uma excelente oportunidade para executivos, gerentes, coordenadores e líderes de projetos, que atuam ou pretendem atuar na área de aprendizagem empresarial, procurarem manter contato com especialistas e conhecerem métodos, técnicas, abordagens, estratégias, tendências e perspectivas na economia da informação.

Convido você a fazer uma imersão em economia da informação. Nesta área, em particular, o futuro já chegou!

(*) Roberto Brizola é presidente da ANEFAC - Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade e Gerente da Unidade de Negócios Novos Associados da Associação Comercial de São Paulo ACSP.

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