Geral

LIXO NO LUGAR ERRADO

Marco Antônio de Souza
| Tempo de leitura: 1 min

Na esquina das ruas Aviador Gomes Ribeiro e Agenor Meira, um depósito de lixo. Bem no canto do muro da Escola Ernesto Monte. Não se trata de um despejar de resíduos eventual, porque já presenciei várias vezes a coleta do material por caminhões da limpeza pública. A 10 passos, se tanto, do Paço Municipal, na Praça das Cerejeiras.

Lixo reciclável? Penso que não! Diversas sacolas de supermercado devidamente amarradas indicam, possivelmente, o conteúdo orgânico do seu continente. A mais, galhos de árvore, papéis, embalagens de doces, de leite longa vida, pedaços de madeira, ou seja, uma instalação para qualquer tipo de Bienal. Quem são os autores por este despejo? A Escola? Alguma lanchonete das redondezas? Moradores das imediações? Este é o mistério que gostaríamos de ver desvendado.

Indiscutível é que o lugar não deveria se prestar a este destino. Pessoalmente, sempre tive e ainda tenho, especial carinho pelo nosso Instituto, onde passei, certamente, os mais decisivos sete anos de minha vida, preparando-me para o futuro como cidadão. Por este motivo causa-me revolta a situação apontada. A Escola, como agente formador, deve ser o primeiro exemplo à comunidade. A despeito de todas as dificuldades.

Ainda que não seja a responsável pelo despejar de detritos, ao mínimo, a Escola está sendo conivente ao permitir o uso de sua calçada para tanto. Desta forma, precisa urgentemente tomar uma providência para resolver esta verdadeira imundície.

Ou a Prefeitura, ou a Emdurb, ou quem possa fazê-lo! Lembrando sempre que a administração do que é público exige um grau de sensibilidade especial, sem o que o administrador não passa de um reles e desprezível burocrata, na pior acepção que o vocábulo possa ter. (Marco Antônio de Souza - OAB/SP 55.799)

Comentários

Comentários