Estamos ouvindo, vendo e lendo através da imprensa sobre as mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), onde a maioria dos políticos está contra.
A alegação de alguns sindicatos que não estão preparados para esta negociação, entre eles e o empregador, é falta de aprimoramento deste sindicato, pois com várias informações, cursos, debates já deveriam estar prontos. Na globalização, nós aprendemos que quem não se capacitar está excluído do mercado. Creio que vale aos sindicatos também. Exemplos nós temos de cima a baixo, ou seja, médicos participando de congressos e analfabetos aprendendo a escrever, descobrindo novos caminhos.
Exemplo de flexibilização foi a última negociação entre o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo (o mais forte do Brasil) e a Volkswagen do Brasil, em que a empresa reduziu salário e horas trabalhadas, evitando a demissão de 3 mil funcionários. Você faria o quê?
A flexibilidade ou algumas mudanças precisam ser feitas urgente, pois segundo consta na coluna do Joelmir Beting, edição de 29/11/2001 do JC, temos a seguinte informação: na indústria do conflito, a Justiça do Trabalho brasileira possui dois milhões de ações trabalhistas anuais, contra 17 mil nos Estados Unidos ou duas mil no Japão. Um dos dois deve estar errado: ou o Brasil ou o mundo. (José Martinho Teixeira da Silva)