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Prefeitura de Bauru reformará PS

Redação
| Tempo de leitura: 2 min

O Governo do Estado comunicou o Município que não há recursos disponíveis para a reforma do Pronto-Socorro neste ano.

A Prefeitura Municipal de Bauru vai reformar o Pronto-Socorro Central em 2002 por conta própria. A decisão foi tomada depois que o Governo do Estado alegou que não há recursos disponíveis para a obra no Orçamento deste ano. A informação do Estado foi dada somente agora, o que irritou a secretária Municipal de Saúde, Eliane Fetter Telles Nunes. Ela reclama que o governo tucano tem dado prioridade política aos pedidos encaminhados.

Eliane menciona que o chefe de Gabinete da Secretaria Estadual da Saúde, Alberto Hideki Janamura, expediu ofício ao Município onde relata que, apesar da reforma do PS de Bauru ter sido referendada pela Direção Regional de Saúde (DIR-X), por 38 municípios que utilizam o sistema e pelo Conselho Municipal de Saúde, não há recursos para atender o pedido neste exercício. Cadastramos o pedido para futuro atendimento, se as condições orçamentárias e financeiras da pasta assim o permitirem.

A secretária critica que a Secretaria Estadual da Saúde enrolou o Município desde janeiro deste ano, quando pedimos a verba pela primeira vez. Além disso, enviamos outras vezes o projeto a pedido do próprio Estado, temos mantido contato esse tempo todo e o governo disse que o atendimento seria questão de tempo e agora, no fim do ano, diz que não tem disponibilidade. O que me chateia é que o pedido não é exclusivo de Bauru, é um pedido referendado pela DIR, que é do próprio Estado, e por 38 cidades que compõem a estância regional da saúde, a SIR.

Assim, Fetter conversou com o prefeito Nilson Costa (PPS), que decidiu inserir o projeto para 2002 como prioridade no setor de saúde. Não vejo nada plausível para o argumento do Estado de que agora, no fim do ano, acabou o dinheiro e não há R$ 220 mil. O que eu lamento é que a prioridade está sendo política, e não técnica. Isso prejudica uma região inteira como a de Bauru. A sensação é que fomos iludidos neste ano todo pelo Estado. Então, vamos fazer nós, em função de compromisso com a população, afirma.

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