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Para Nilson, manifestação desmancha "teia de injúrias"

Gilmar Dias
| Tempo de leitura: 2 min

O prefeito Nilson Costa (PPS) avaliou, ontem, que a decisão do Ministério Público (MP) do Estado de arquivar denúncia feita contra ele de prática de negligência no caso da perfuração do poço profundo do Parque Roosevelt demonstra a lisura de sua Administração. Ele criticou os vereadores que impetraram a representação no MP.

A Administração de Bauru está agindo corretamente, dentro dos parâmetros e na defesa dos interesses públicos. Aos poucos, vai se desmanchando essa teia de afirmações, de injúrias e calúnias. Eu espero que a gente obtenha a tranqüilidade para poder governar, comentou.

Nilson diz que seu governo já é recordista de aberturas de Comissões Especiais de Inquéritos (CEI). Em todos os casos eu não me opus, não ofereci resistência e muito menos criei embaraços.

O prefeito insiste que o processo não tem nada de irregular. Nós oferecemos à Procuradoria e ao Ministério Público elementos de convicção de que se tratou de uma operação legal, dentro das circunstâncias da necessidade de se perfurar o poço. Ressaltamos o estado de emergência, face a hipótese de nós termos um colapso no abastecimento de água numa região que residem 70 mil habitantes, defendeu. Contudo, apenas o prefeito se livrou de um processo. A Promotoria já protocolou ação de improbidade em relação a este processo (ler máteria nesta página).

O prefeito lembrou de outras situações em que foi vítima de denúncias por parte da bancada de oposição da Câmara Municipal. No caso da ECCB, o procurador se pronunciou no sentido de que eu agi na defesa dos interesses municipais, no bem-estar da população e de que não cometi nenhum crime. Ele concluiu, portanto, que as duas prorrogações iniciais concedidas à ECCB decorreram da emergência, de um estado de necessidade.

O prefeito se referiu à denúncia assinada pelos vereadores Toninho Garmes (PSDB), José Clemente Rezende (PSB) e José Carlos Batata (PT), que o acusou de praticar um ato ilegal ao prorrogar o contrato de concessão da ECCB por mais seis meses, em duas ocasiões.

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