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NÃO HÁ TATU QUE AGÜENTE

Samir P. Hadba
| Tempo de leitura: 1 min

Como se não bastasse o grande número de trabalhadores informais em nossa cidade, também temos que aturar as chamadas feiras.

Face ao desemprego crescente e o fato dos informais na maioria viverem em nossa cidade de uma forma direta ou não contribuem com o orçamento do município. Assim, releva-se...

Hoje o comércio sobrevive praticamente de períodos sazonais. E como sabemos no final do ano devem se cumprir compromissos adicionais (ex. 13º sal., impostos, etc.).

Ninguém é contra a iniciativa do trabalho. O que se deseja é que a concorrência seja igualitária e não dois pesos, duas medidas. E que os órgãos competentes se encarreguem de fazer valer a tão ensejada igualdade, cobrando daqueles que aparecem de passagem nos períodos mais férteis para o comércio os mesmos deveres e obrigações que são cobrados destes que durante o ano todo carregam o piano investindo neste Município e não retirando daqui. São estes que estão aqui que no decorrer dos dias pagam salários, FGTS, férias, e demais fiscos, que sabemos não é fácil isso. Não é mesmo? Éééé... Caso contrário, não há tatu que agüente. (Samir P. Hadba - RG. 30.075.149-7)

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