Economia & Negócios

Ipem encontra irregularidades em 15,39% dos produtos de Páscoa

Paulo Toledo
| Tempo de leitura: 2 min

O Instituto de Pesos e Medidas (Ipem), órgão da Secretaria Estadual da Justiça e da Defesa da Cidadania, de Bauru, encontrou erros em dois dos 13 produtos de Páscoa fiscalizados ontem, o que significa 15,39% do total. A verificação foi feita com produtos coletados em Lençóis Paulista, Agudos e Bauru.

Luiz Antônio Brizzi, supervisor técnico regional do Ipem, destaca que esses produtos costumam apresentar poucos erros, principalmente em razão da fiscalização a que são submetidos e à propaganda negativa que têm quando há um erro divulgado pelo Ipem.

Na aferição de ontem, os produtos reprovados, segundo informou Brizzi, são: ovo de Páscoa n.º 17 da marca Kidelícia, de 300 gramas, que apresentou erro médio de 3,8g, ou seja, 1,27% em 20 exames. O segundo foi o chocolate em barra ao leite da marca Dove, de 110 gramas, que teve três erros individuais, sendo o maior de 5,8 gramas, em 14 unidades verificadas.

Os produtos aprovados, ou seja, que não apresentaram nenhum tipo de erro foram ovo de Páscoa n.º 11 da marca Kidelícia, de 120 gramas; ovo de Páscoa chocolate branco da marca Xuxa, de 180 gramas; ovo de Páscoa n.º 15 da marca Garoto Personalidade, de 200 gramas; azeitonas pretas da marca Periquito, de 320 gramas; azeitonas pretas da marca Periquito, de 200 gramas; ovo de Páscoa n.º 58 da marca Sítio do Pica-Pau Amarelo Visconti, de 240 gramas; azeite de oliva, da marca La Espanola, de 200 mililitros; coelho de chocolate da marca Garoto, de 50 gramas; ovo ao leite mais bombom da marca Santa Edwiges, de 60 gramas mais bombom; coco ralado úmido adoçado da marca Ducôco, de 100 gramas; ovo de Páscoa da marca Kinder Maxi Ovo, de 150 gramas.

Os fabricantes dos produtos com irregularidades foram notificados para que retirem os lotes de circulação imediatamente. Depois de lavrado o auto de infração, as empresas têm 15 dias para se defender. A penalidade que deve incidir sobre a empresa é de R$ 2.553,84 para primário e até R$ 5.107,68, para empresas reincidentes.

Brizzi alerta que os consumidores que forem comprar ovos caseiros devem tomar cuidado para que existam as informações de peso e outras relacionadas à saúde, como componentes e data de validade.

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